Questões de Analista de Saúde - Enfermagem para Concursos Diversos | CONCURSO
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🧪 Este Simulado Analista de Saúde - Enfermagem foi elaborado da seguinte forma:
- 📌 Categoria: Concurso
- 🏛️ Instituição: . Concursos Diversos
- 👔 Cargo: Analista de Saúde - Enfermagem
- 📚 Matéria: Matérias Diversas
- 🧩 Assuntos do Simulado:
- 🏢 Banca Organizadora: . Bancas Diversas
- ❓ Quantidade de Questões: 20
- ⏱️ Tempo do Simulado: 60 minutos
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(1,0) 1 -
Vilões da terra
Uma pesquisa da BBC de Londres concluindo que o brasileiro é o povo mais preocupado com as mudanças climáticas no mundo é uma inesperada notícia para um país que está acostumado a ser acusado de devastar a natureza como se fosse o único. Já os americanos, principais responsáveis pelo aquecimento do planeta, foram considerados pela mesma consulta a 14 mil pessoas em 21 países como os que menos se preocupam com o problema, a começar pelo presidente, que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.
Há duas leituras para essa pesquisa. Uma é pessimista: se nós somos os mais conscientes, imaginem os outros. A segunda, otimista, é que bem ou mal estamos atentos à questão. Esta hipótese é alimentada por um recente estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais, desmentindo a imagem do Brasil como o grande vilão da história do desmatamento.
O resultado, apresentado na última edição da “Folha do Meio Ambiente” pelo doutor em ecologia Evaristo Eduardo de Miranda, mostra que há 8 mil anos o que viria a ser o Brasil possuía 9,8% da cobertura florestal do planeta. Hoje, o país detém 28,3%. As comparações não deixam dúvidas. Mais de 75% das florestas do mundo desapareceram. A Europa, que sem a Rússia detinha mais de 7% do planeta, hoje tem 0,1%. A África, que possuía 11%, dispõe agora de 3,4%. A cobertura de verde da Ásia caiu de 23,6% para 5,5%. A América Latina, no entanto, saltou de 18,2% para 41,4%.
O paradoxo, ressalta o professor da Embrapa, é que em vez de ser reconhecido por esse histórico “o Brasil vem sendo severamente criticado pelos campeões do desmatamento”. Segundo ele, ao contrário daqueles países, onde a defesa da natureza é um fenômeno recente, a nossa preocupação é antiga, desde o século XVI. Uma legislação protecionista teria garantido a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875. “Em 1550 já havia uma lista de árvores reais protegidas por lei, o que deu origem à expressão madeira-de-lei”, informa ele.
Se nosso “histórico” não pode servir de álibi para o processo de devastação que promovemos a partir da segunda metade do século XX, deve servir pelo menos para afastar a fantasia de que a defesa da Amazônia tem que vir de fora. Como afirma o professor Miranda, “com invejáveis 69,4 de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões de desmatamento mundial”. Se não somos um modelo de preservação, não são também os EUA, onde o Bush afirma cinicamente “levar muito a sério” a questão, mas não vai adotar qualquer medida que prejudique a economia americana. Ou seja, continuará envenenando a natureza com o gás que sai de suas fábricas.
VENTURA, Zuenir. In O GLOBO, pág.7, 07/04/2007
Em “SE não somos um modelo de preservação, não são também os EUA...” o termo destacado deve ser classificado como:
- a) conjunção.
- b) preposição.
- c) interjeição.
- d) pronome.
- e) advérbio.
- #134156
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(1,0) 2 -
Vilões da terra
Uma pesquisa da BBC de Londres concluindo que o brasileiro é o povo mais preocupado com as mudanças climáticas no mundo é uma inesperada notícia para um país que está acostumado a ser acusado de devastar a natureza como se fosse o único. Já os americanos, principais responsáveis pelo aquecimento do planeta, foram considerados pela mesma consulta a 14 mil pessoas em 21 países como os que menos se preocupam com o problema, a começar pelo presidente, que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.
Há duas leituras para essa pesquisa. Uma é pessimista: se nós somos os mais conscientes, imaginem os outros. A segunda, otimista, é que bem ou mal estamos atentos à questão. Esta hipótese é alimentada por um recente estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais, desmentindo a imagem do Brasil como o grande vilão da história do desmatamento.
O resultado, apresentado na última edição da “Folha do Meio Ambiente” pelo doutor em ecologia Evaristo Eduardo de Miranda, mostra que há 8 mil anos o que viria a ser o Brasil possuía 9,8% da cobertura florestal do planeta. Hoje, o país detém 28,3%. As comparações não deixam dúvidas. Mais de 75% das florestas do mundo desapareceram. A Europa, que sem a Rússia detinha mais de 7% do planeta, hoje tem 0,1%. A África, que possuía 11%, dispõe agora de 3,4%. A cobertura de verde da Ásia caiu de 23,6% para 5,5%. A América Latina, no entanto, saltou de 18,2% para 41,4%.
O paradoxo, ressalta o professor da Embrapa, é que em vez de ser reconhecido por esse histórico “o Brasil vem sendo severamente criticado pelos campeões do desmatamento”. Segundo ele, ao contrário daqueles países, onde a defesa da natureza é um fenômeno recente, a nossa preocupação é antiga, desde o século XVI. Uma legislação protecionista teria garantido a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875. “Em 1550 já havia uma lista de árvores reais protegidas por lei, o que deu origem à expressão madeira-de-lei”, informa ele.
Se nosso “histórico” não pode servir de álibi para o processo de devastação que promovemos a partir da segunda metade do século XX, deve servir pelo menos para afastar a fantasia de que a defesa da Amazônia tem que vir de fora. Como afirma o professor Miranda, “com invejáveis 69,4 de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões de desmatamento mundial”. Se não somos um modelo de preservação, não são também os EUA, onde o Bush afirma cinicamente “levar muito a sério” a questão, mas não vai adotar qualquer medida que prejudique a economia americana. Ou seja, continuará envenenando a natureza com o gás que sai de suas fábricas.
VENTURA, Zuenir. In O GLOBO, pág.7, 07/04/2007
“O Brasil tinha, já no século XVI, uma lista de árvores reais protegidas por lei, portanto se pode entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga” Na sentença acima as orações relacionam-se por intermédio de coordenação. Transforme-a em um período composto por subordinação, de modo que o mesmo valor semântico seja mantido:
- a) Conforme o Brasil tinha, já no século XVI, uma lista de árvores reais protegidas por lei, se pode entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga.
- b) Em virtude de o Brasil ter uma lista de árvores reais protegidas por lei, se pode, já no século XVI, entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga.
- c) Apesar de o Brasil ter, já no século XVI, uma lista de árvores reais protegidas por lei, se pode entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga.
- d) Desde que o Brasil tenha uma lista de árvores reais protegidas por lei, se pode, já no século XVI, entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga.
- e) Caso o Brasil tenha uma lista de árvores reais protegidas por lei, se pode, já no século XVI, entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga.
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(1,0) 3 -
Para diminuir o edema cerebral decorrente de traumatismo crânio-encefálico deve-se administrar
- a) soluções isotônicas.
- b) soluções hipotônicas.
- c) corticosteróides.
- d) inibidores de betalactamases.
- e) glicopeptídios.
- #134158
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(1,0) 4 -
Durante o transporte do paciente com traumatismo torácico, o frasco de drenagem torácica quebra-se acidentalmente. A primeira conduta a ser tomada é
- a) retirar o dreno da cavidade pleural.
- b) solicitar ao paciente para inspirar profundamente e expirar superficialmente.
- c) providenciar a troca do frasco.
- d) pinçar a extensão ou o dreno torácico.
- e) elevar o dreno em nível mais alto do que o tórax do paciente.
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(1,0) 5 -
O enfermeiro de uma unidade de emergência de um hospital escola, participante do gerenciamento físico e dos recursos materiais específicos dessa unidade, deve considerar que
- a) os equipamentos devem ser necessariamente versáteis, a fim de permitir deslocamentos para outras instituições de saúde privadas ou não.
- b) os equipamentos devem estar sujeitos à manutenção preventiva, segundo as especificações dos fabricantes.
- c) um dos propósitos básicos do planejamento físico da unidade visa melhorar e ampliar as ações improvisadas.
- d) a descentralização de esforços e de coordenação deve ser o fator preponderante e norteador das ações médicas e de enfermagem.
- e) os equipamentos de operacionalidade complexa são os mais indicados, por garantirem a eficiência dos procedimentos.
- #134160
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(1,0) 6 -
A regra básica do atendimento, conhecida como o ABC da assistência de emergência, prioriza três ações, que são
- a) avaliar o nível de consciência; manter as vias aéreas desobstruídas; e preservar a respiração e a circulação.
- b) manter as vias aéreas permeáveis para preservar a respiração; controlar a permeabilidade capilar; e combater o bigeminismo.
- c) controlar a perfusão tissular; combater a rinorréia; e preservar a respiração.
- d) preservar a frequência cardíaca e o ritmo respiratório; combater o lentigo e a hipovolemia; e tratar os traumas múltiplos.
- e) avaliar o nível de consciência pela escala de Glasgow; controlar a intermação; e tratar os traumas de extremidades.
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(1,0) 7 -
Na Unidade de Emergência, um paciente desconhecido é admitido com diagnóstico provisório de traumatismo crânio-encefálico. Foram executadas ações de enfermagem sem o consentimento do paciente, inconsciente, ou de seu representante legal. Esta permissão contida no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem baseia- se no princípio
- a) do consentimento ominoso ou implícito.
- b) ético de inação.
- c) do consentimento hospitalar livre e esclarecido.
- d) bioético de demanda.
- e) da beneficência.
- #134162
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(1,0) 8 -
A cidade A possui uma população de 500.000 habitantes e a cidade B de 20.000 habitantes. Em ambas as cidades foram registrados cem casos de dengue, no mês de novembro. Ao avaliar esta situação, o risco da população em contrair a doença
- a) maior na cidade A.
- b) maior na cidade B.
- c) menor na cidade B.
- d) igual nas duas cidades.
- e) indeterminado, visto que não existe relação de número de casos com a população total.
- #134163
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(1,0) 9 -
Em 2004 foram notificados 30 casos de hantavirose no Distrito Federal, uma região anteriormente considerada indene. O termo que descreve esta doença é
- a) emergente.
- b) divergente.
- c) redivergente.
- d) endêmica.
- e) de ciclo vital.
- #134164
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(1,0) 10 -
Em uma cidade, os meses de janeiro a março caracterizam-se pelas chuvas intensas e constantes, com transbordamento de córregos e rios. Neste período, verifica-se aumento da incidência de uma determinada doença, transmitida principalmente pela urina dos ratos. A doença em questão é
- a) leishmaniose.
- b) febre maculosa.
- c) leptospirose.
- d) blastomicose.
- e) calazar.
- #134165
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(1,0) 11 -
Um funcionário da saúde recebeu três doses da vacina para hepatite B, tendo-se respeitado o intervalo preconizado entre as doses. Neste caso, normalmente, a proteção imunológica conferida pela vacina tem duração
- a) curta.
- b) curta-média.
- c) média-longa.
- d) permanente.
- e) não especificada.
- #134166
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(1,0) 12 -
Comparece ao recurso de saúde uma cliente referindo que, há dois dias, tem apresentado febre, náuseas, vômito e dor intensa no corpo. Perante esse quadro sugestivo de dengue, a vigilância à saúde recomenda que deve-se colher sangue para exame sorológico
- a) imediatamente.
- b) no dia seguinte após o atendimento médico.
- c) a partir do terceiro dia após o atendimento médico.
- d) a partir do quarto dia do aparecimento dos sintomas.
- e) a partir do sexto dia do aparecimento dos sintomas.
- #134167
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(1,0) 13 -
Em uma comunidade há alta incidência de malária. Para reverter essa situação é necessário educar a comunidade. Nesse sentido, como medida preventiva, deve-se orientar a comunidade para
- a) fazer o aterro e a drenagem de água represada.
- b) manter as janelas abertas para favorecer a ventilação e a desumidificação do ambiente.
- c) realizar a quimioprofilaxia dos comunicantes da cadeia epidemiológica.
- d) vacinar os não imunes.
- e) imunizar aqueles que não receberam a dose de reforço há 10 (dez) anos ou mais.
- #134168
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(1,0) 14 -
Na organização de uma Unidade Saúde da Família (PSF), é necessário observar as diretrizes operacionais do Ministério da Saúde, dentre elas
- a) a atuação de uma equipe de profissionais para cada Unidade Saúde da Família
- b) a adscrição da clientela, sendo responsável por uma população delimitada.
- c) a proporção de um agente comunitário de saúde para, no mínimo, 500 (quinhentas) pessoas.
- d) a ênfase no trabalho do médico de família e a diminuição do trabalho mulltiprofissional.
- e) o estabelecimento de vínculos e de criação de programas que enfatizem a dicotomia preventivo/curativo.
- #134169
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(1,0) 15 -
O enfermeiro participante do Sistema Único de Saúde (SUS) deve implementar, na sua prática de gestão, as diretrizes desse modelo assistencial, que visa, prioritaramente,
- a) selecionar e distribuir, de forma prioritária, os recursos necessários ao atendimento dos usuários em processo terapêutico e/ou fisioterápico.
- b) priorizar os programas de governo direcionados ao controle da taxa de mortalidade provocado por causas externas.
- c) priorizar os programas de formação dos profissionais e de educação continuada.
- d) desenvolver novas relações com o Estado e a sociedade civil, apoiados nas práticas prescritivas, biologicistas e sociais.
- e) substituir a atenção à saúde atomizada pela integralidade do atendimento e pela busca da diminuição das disparidades regionais.