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Comentários da questão
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- 26/02/2026 às 09:45
1️⃣ Alternativa correta
Alternativa correta: LETRA B
2️⃣ 🧠 Explicação (comentada)
Nos SGBDs, a independência de dados decorre da arquitetura de três níveis (ANSI/SPARC):
Esquema Interno (físico)
Esquema Conceitual (lógico global)
Esquema Externo (visões dos usuários)
A independência física é a capacidade de alterar o esquema interno (como os dados são armazenados) sem precisar modificar o esquema conceitual.
É exatamente o que afirma a alternativa B.
A banca costuma inverter “física” e “lógica” — essa é a pegadinha clássica.
3️⃣ 📌 Subdivisão conceitual 📌 1️⃣ Independência Física
Muda o nível interno
Não altera o nível conceitual
Ex: criação de índices, mudança de estrutura de armazenamento.
📌 2️⃣ Independência Lógica
Muda o nível conceitual
Não altera o nível externo
Ex: inclusão de atributo sem quebrar as visões existentes.
⚠️ Regra mental para prova:
Física protege o lógico. Lógica protege o externo.
4️⃣ 🧩 Exemplo prático
🏛️ Situação prática
Uma empresa decide reorganizar fisicamente o banco, criando novos índices para melhorar desempenho.
❌ As tabelas visíveis ao sistema não mudam. ✅ Apenas o armazenamento físico foi alterado. ➡️ Conclusão: houve independência física.
Se fosse adicionar uma nova coluna na tabela, estaríamos no nível conceitual (independência lógica).
5️⃣ ⚠️ Por que as outras alternativas estão erradas
A ❌ Mistura níveis (conceitual não é interno → externo). C ❌ “Externa” não é tipo de independência formal. D ❌ Não existe independência “interna” nessa classificação. E ❌ Lógica não envolve alterar esquema externo em relação ao interno.
6️⃣ 🧠 Frase de ouro (prova)
Frase de ouro:
Independência física permite mudar o armazenamento sem afetar o modelo lógico; independência lógica permite mudar o modelo lógico sem afetar as visões externas.
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- 26/02/2026 às 09:45
1️⃣ Alternativa correta
Alternativa correta: LETRA B
2️⃣ 🧠 Explicação (comentada)
Em Sistemas de Gerência de Banco de Dados (SGBD), a independência de dados está ligada à arquitetura de três níveis (ANSI/SPARC):
Externo
Conceitual
Interno
O objetivo é permitir alterações em um nível sem impactar os níveis superiores.
Existem dois tipos clássicos cobrados em prova:
📌 Independência Física
É a capacidade de alterar o esquema interno (estrutura física de armazenamento) sem modificar o esquema conceitual.
👉 Exemplo: mudar índice, forma de armazenamento, organização de arquivos — sem alterar as tabelas visíveis logicamente.
Isso é exatamente o que afirma a alternativa B.
3️⃣ 📌 Subdivisão conceitual
📌 1️⃣ Esquema Interno Nível físico — como os dados são armazenados no disco.
📌 2️⃣ Esquema Conceitual Modelo lógico global do banco — tabelas, relacionamentos, atributos.
📌 3️⃣ Esquema Externo Visões específicas para usuários ou aplicações.
📌 Tipos de independência
📌 Independência Física Interno ➜ pode mudar Conceitual ➜ permanece igual
📌 Independência Lógica Conceitual ➜ pode mudar Externo ➜ permanece igual
⚠️ Pegadinha clássica: trocar física por lógica.
4️⃣ 🧩 Exemplo prático
🏛️ Situação prática
Um banco decide criar novos índices para melhorar a performance.
✅ Isso altera o nível interno (armazenamento físico). ❌ As tabelas e colunas continuam iguais para os usuários. ➡️ Conclusão: houve independência física.
Agora imagine adicionar um novo atributo em uma tabela.
Isso altera o nível conceitual — e pode afetar visões externas. Aqui entra a independência lógica (mais difícil de manter).
5️⃣ ⚠️ Por que as outras alternativas estão erradas
A ❌ Conceitual não altera interno; está invertido. C ❌ Externa não se refere a esquema físico. D ❌ Interna não altera conceitual dessa forma. E ❌ Lógica não envolve alterar esquema externo em relação ao interno.
6️⃣ 🧠 Frase de ouro (prova)
Frase de ouro:
Independência física protege o modelo lógico contra mudanças no armazenamento; independência lógica protege as visões externas contra mudanças no modelo conceitual.