Prova Relação entre Indivíduo e Sociedade para o Enem | ENEM
📚 Simulado ENEM | Aluno ENEM | cód.14585
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🧪 Este Simulado ENEM foi elaborado da seguinte forma:
- 📌 Categoria: Enem
- 🏛️ Instituição: ENEM
- 👔 Cargo: Aluno ENEM
- 📚 Matéria: Relação entre Indivíduo e Sociedade
- 🧩 Assuntos do Simulado:
- 🏢 Banca Organizadora: . Bancas Diversas
- ❓ Quantidade de Questões: 10
- ⏱️ Tempo do Simulado: 30 minutos
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- #186704
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- Relação entre Indivíduo e Sociedade
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- ENEM
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(1,0) 1 -

A figura do inquilino ao qual a personagem da tirinha se refere é o(a)
- a) constrangimento por olhares de reprovação.
- b) costume imposto aos filhos por coação.
- c) consciência da obrigação moral.
- d) pessoa habitante da mesma casa.
- e) temor de possível castigo.
- #186722
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(1,0) 2 -
O homem natural é tudo para si mesmo; é a unidade numérica, o inteiro absoluto, que só se relaciona consigo mesmo ou com seu semelhante. O homem civil é apenas uma unidade fracionária que se liga ao denominador, e cujo valor está em sua relação com o todo, que é o corpo social. As boas instituições sociais são as que melhor sabem desnaturar o homem, retirar-lhe sua existência absoluta para dar-lhe uma relativa, e transferir o eu para a unidade comum, de sorte que cada particular não se julgue mais como tal, e sim como uma parte da unidade, e só seja percebido no todo.
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da Educação. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
A visão de Rousseau em relação à natureza humana, conforme expressa o texto, diz que
- a) o homem civil é formado a partir do desvio de sua própria natureza.
- b) as instituições sociais formam o homem de acordo com a sua essência natural.
- c) o homem civil é um todo no corpo social, pois as instituições sociais dependem dele.
- d) o homem é forçado a sair da natureza para se tornar absoluto.
- e) as instituições sociais expressam a natureza humana, pois o homem é um ser político.
- #186734
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(1,0) 3 -
Penso que não há um sujeito soberano, fundador, uma forma universal de sujeito que poderíamos encontrar em todos os lugares. Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade, como na Antiguidade — a partir, obviamente, de um certo número de regras, de estilos, que podemos encontrar no meio cultural.
FOUCAULT, M. Ditos e escritos V: ética, sexualidade, política. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.
O texto aponta que a subjetivação se efetiva numa dimensão
- a) legal, pautada em preceitos jurídicos.
- b) racional, baseada em pressupostos lógicos.
- c) contingencial, processada em interações sociais.
- d) transcendental, efetivada em princípios religiosos.
- e) essencial, fundamentada em parâmetros substancialistas.
- #186736
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(1,0) 4 -
A sociologia ainda não ultrapassou a era das construções e das sínteses filosóficas. Em vez de assumir a tarefa de lançar luz sobre uma parcela restrita do campo social, ela prefere buscar as brilhantes generalidades em que todas as questões são levantadas sem que nenhuma seja expressamente tratada. Não é com exames sumários e por meio de intuições rápidas que se pode chegar a descobrir as leis de uma realidade tão complexa. Sobretudo, generalizações às vezes tão amplas e tão apressadas não são suscetíveis de nenhum tipo de prova.
DURKHEIM, E. O suicídio: estudo de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
O texto expressa o esforço de Émile Durkheim em construir uma sociologia com base na
- a) vinculação com a filosofia como saber unificado.
- b) reunião de percepções intuitivas para demonstração.
- c) formulação de hipóteses subjetivas sobre a vida social.
- d) adesão aos padrões de investigação típicos das ciências naturais.
- e) incorporação de um conhecimento alimentado pelo engajamento político.
- #186739
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(1,0) 5 -
O impulso para o ganho, a perseguição do lucro, do dinheiro, da maior quantidade possível de dinheiro não tem, em si mesma, nada que ver com o capitalismo. Tal impulso existe e sempre existiu. Pode-se dizer que tem sido comum a toda sorte e condição humanas em todos os tempos e em todos os países, sempre que se tenha apresentada a possibilidade objetiva para tanto. O capitalismo, porém, identifica-se com a busca do lucro, do lucro sempre renovado por meio da empresa permanente, capitalista e racional. Pois assim deve ser: numa ordem completamente capitalista da sociedade, uma empresa individual que não tirasse vantagem das oportunidades de obter lucros estaria condenada à extinção.
WEBER, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2001 (adaptado).
O capitalismo moderno, segundo Max Weber, apresenta como característica fundamental a
- a) competitividade decorrente da acumulação de capital.
- b) implementação da flexibilidade produtiva e comercial.
- c) ação calculada e planejada para obter rentabilidade.
- d) socialização das condições de produção.
- e) mercantilização da força de trabalho.
- #186743
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(1,0) 6 -
No protestantismo ascético, temos não apenas a clara noção da primazia da ética sobre o mundo, mas também a mitigação dos efeitos da dupla moral judaica (uma moral interna para os irmãos de crença e outra externa para os infiéis). O desafio aqui é o da ética, que quer deixar de ser um ideal eventual e ocasional (que exige dos virtuosos religiosos quase sempre uma “fuga do mundo”, como na prática monástica cristã medieval) para tornar-se efetivamente uma lei prática e cotidiana “dentro do mundo”.
SOUZA, J. A ética protestante e a ideologia do atraso brasileiro. Revista Brasileira de Ciências Sociais, n. 38, out. 1998.
Retomando o pensamento de Max Weber, o texto apresenta a tensão entre positividade éticoreligiosa e esferas mundanas de ação. Nessa perspectiva, a ética protestante é compreendida como
- a) vinculada ao abandono da felicidade terrena.
- b) contrária aos princípios econômicos liberais.
- c) promovedora da dimensão política da vida cotidiana.
- d) estimuladora da igualdade social como direito divino.
- e) adequada ao desenvolvimento do capitalismo moderno.
- #186750
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(1,0) 7 -
Ao mesmo tempo, graças às amplas possibilidades que tive de observar a classe média, vossa adversária, rapidamente concluí que vós tendes razão, inteira razão, em não esperar dela qualquer ajuda. Seus interesses são diametralmente opostos aos vossos, mesmo que ela procure incessantemente afirmar o contrário e vos queira persuadir que sente a maior simpatia por vossa sorte. Mas seus atos desmentem suas palavras.
ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. São Paulo: Boitempo, 2010.
No texto, o autor apresenta delineamentos éticos que correspondem ao(s)
- a) conceito de luta de classes.
- b) alicerce da ideia de mais-valia.
- c) fundamentos do método científico.
- d) paradigmas do processo indagativo.
- e) domínios do fetichismo da mercadoria.
- #186755
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(1,0) 8 -
Uma criança com deficiência mental deve ser mantida em casa ou mandada a uma instituição? Um parente mais velho que costuma causar problemas deve ser cuidado ou podemos pedir que vá embora? Um casamento infeliz deve ser prolongado pelo bem das crianças?
MURDOCH, I. A soberania do bem. São Paulo: Unesp, 2013.
Os questionamentos apresentados no texto possuem uma relevância filosófica à medida que problematizam conflitos que estão nos domínios da
- a) política e da esfera pública.
- b) teologia e dos valores religiosos.
- c) lógica e da validade dos raciocínios.
- d) ética e dos padrões de comportamento.
- e) epistemologia e dos limites do conhecimento.
- #186757
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(1,0) 9 -
A elaboração da Lei n. 11.340/06 (Lei Maria da Penha) partiu, em grande medida, de uma perspectiva crítica aos resultados obtidos pela criação dos Juizados Especiais Criminais direcionada à banalização do conflito de gênero, observada na prática corriqueira da aplicação de medidas alternativas correspondentes ao pagamento de cestas básicas pelos acusados.
VASCONCELOS, F. B. Disponível em: www.cartacapital.com.br. Acesso em: 11 dez. 2012 (adaptado).
No contexto descrito, a lei citada pode alterar a situação da mulher ao proporcionar sua
- a) atuação como provedora do lar.
- b) inserção no mercado de trabalho.
- c) presença em instituições policiais.
- d) proteção contra ações de violência.
- e) participação enquanto gestora pública.
- #186760
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(1,0) 10 -
Na ética contemporânea, o sujeito não é mais um sujeito substancial, soberano e absolutamente livre, nem um sujeito empírico puramente natural. Ele é simultaneamente os dois, na medida em que é um sujeito histórico-social. Assim, a ética adquire um dimensionamento político, uma vez que a ação do sujeito não pode mais ser vista e avaliada fora da relação social coletiva. Desse modo, a ética se entrelaça, necessariamente, com a política, entendida esta como a área de avaliação dos valores que atravessam as relações sociais e que interliga os indivíduos entre si.
SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992 (adaptado).
O texto, ao evocar a dimensão histórica do processo de formação da ética na sociedade contemporânea, ressalta
- a) os conteúdos éticos decorrentes das ideologias político-partidárias.
- b) o valor da ação humana derivada de preceitos metafísicos.
- c) a sistematização de valores desassociados da cultura.
- d) o sentido coletivo e político das ações humanas individuais.
- e) o julgamento da ação ética pelos políticos eleitos democraticamente.