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Prova Política, poder e Estado para o Enem | ENEM

Prova Política, poder e Estado para o Enem

📚 Simulado ENEM | Aluno ENEM | cód.14588

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#186603
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Política, poder e Estado
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ENEM
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(1,0) 1 - 

Na ética contemporânea, o sujeito não é mais um sujeito substancial, soberano e absolutamente livre, nem um sujeito empírico puramente natural. Ele é simultaneamente os dois, na medida em que é um sujeito histórico-social. Assim, a ética adquire um dimensionamento político, uma vez que a ação do sujeito não pode mais ser vista e avaliada fora da relação social coletiva. Desse modo, a ética se entrelaça, necessariamente, com a política, entendida esta como a área de avaliação dos valores que atravessam as relações sociais e que interliga os indivíduos entre si.
SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992 (adaptado).

O texto, ao evocar a dimensão histórica do processo de formação da ética na sociedade contemporânea, ressalta

  • a) os conteúdos éticos decorrentes das ideologias político-partidárias.
  • b) o valor da ação humana derivada de preceitos metafísicos.
  • c) a sistematização de valores desassociados da cultura.
  • d) o sentido coletivo e político das ações humanas individuais.
  • e) o julgamento da ação ética pelos políticos eleitos democraticamente.
#186604
Banca
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Matéria
Política, poder e Estado
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(1,0) 2 - 

O mercado tende a gerir e regulamentar todas as atividades humanas. Até há pouco, certos campos — cultura, esporte, religião — ficavam fora do seu alcance. Agora, são absorvidos pela esfera do mercado. Os governos confiam cada vez mais nele (abandono dos setores de Estado, privatizações).

RAMONET, I. Guerras do século XXI: novos temores e novas ameaças. Petrópolis: Vozes, 2003.

No texto é apresentada uma lógica que constitui uma característica central do seguinte sistema socioeconômico:

  • a) Socialismo.
  • b) Feudalismo.
  • c) Capitalismo.
  • d) Anarquismo.
  • e) Comunitarismo.
#186605
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Política, poder e Estado
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(1,0) 3 - 

TEXTO I

C = M + D − R. A equação, desenvolvida pelo economista Robert Klitgaard, descreve a corrupção. Traduzindo-a em palavras, temos que a corrupção (C) é dada pelo grau de monopólio (M) existente no serviço público, mais o poder discricionário (D) que as autoridades têm para tomar decisões, menos a responsabilização (R), que é basicamente a existência de mecanismos de controle. Outras versões da fórmula acrescentam ao R uma dimensão moral, que também funcionaria como barreira contra a cultura da corrupção.

SCHWARTSMAN, H. Fórmula da corrupção. Disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2015 (adaptado).

TEXTO II

Corrupção significa transação ou troca entre quem corrompe e quem se deixa corromper. Trata-se normalmente de uma promessa de recompensa em troca de um comportamento que favoreça os interesses do corruptor. A corrupção não está ligada apenas ao grau de institucionalização, à amplitude do setor público e ao ritmo das mudanças sociais; está também relacionada com a cultura das elites e das massas. Depende da percepção que tende a variar no tempo e no espaço.

BOBBIO, N.; MATTEUCCI, N.; PASQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 2009 (adaptado).
O segundo texto complementa a compreensão do fenômeno da corrupção tal como abordado no primeiro texto, na medida em que

  • a) comprova a limitação do sistema normativo pátrio.
  • b) evidencia a atuação de agentes externos ao Estado.
  • c) elucida o padrão de idoneidade do setor empresarial.
  • d) minimiza a capacidade de mobilização da sociedade civil.
  • e) demonstra a influência dos atores vinculados ao Judiciário.
#186606
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(1,0) 4 - 

Vocês que fazem parte dessa massa Que passa nos projetos do futuro É duro tanto ter que caminhar E dar muito mais do que receber Ê, ô, ô, vida de gado Povo marcado Ê, povo feliz!
ZÉ RAMALHO. A peleja do diabo com o dono do céu. Rio de Janeiro: Sony, 1979 (fragmento).
Qual comportamento coletivo é criticado no trecho da letra da canção lançada em 1979?

  • a) Militância política.
  • b) Passividade social.
  • c) Altruísmo religioso.
  • d) Autocontrole moral.
  • e) Inconformismo eleitoral.
#186607
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(1,0) 5 - 

Em 1879, cerca de cinco mil pessoas reuniram-se para solicitar a D. Pedro II a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano. O vintém era a moeda de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Ao grito de “Fora o vintém!”, os manifestantes espancaram condutores, esfaquearam mulas, viraram bondes e arrancaram trilhos. Um oficial ordenou fogo contra a multidão. As estatísticas de mortos e feridos são imprecisas. Muitos interesses se fundiram nessa revolta, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos. Desmoralizado, o ministério caiu. Uma grande explosão social, detonada por um pobre vintém.

Disponível em: www.revistadehistoria.com.br. Acesso em: 4 abr. 2014 (adaptado).

A leitura do trecho indica que a coibição violenta das manifestações representou uma tentativa de

  • a) capturar os ativistas radicais.
  • b) proteger o patrimônio privado.
  • c) salvaguardar o espaço público.
  • d) conservar o exercício do poder.
  • e) sustentar o regime democrático.
#186608
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(1,0) 6 - 

Um Estado é uma multidão de seres humanos submetida a leis de direito. Todo Estado encerra três poderes dentro de si, isto é, a vontade unida em geral consiste de três pessoas: o poder soberano (soberania) na pessoa do legislador; o poder executivo na pessoa do governante (em consonância com a lei) e o poder judiciário (para outorgar a cada um o que é seu de acordo com a lei) na pessoa do juiz.

KANT, I. A metafísica dos costumes. Bauru: EDIPRO, 2003.

De acordo com o texto, em um Estado de direito

  • a) a vontade do governante deve ser obedecida, pois é ele que tem o verdadeiro poder.
  • b) a lei do legislador deve ser obedecida, pois ela é a representação da vontade geral.
  • c) o Poder Judiciário, na pessoa do juiz, é soberano, pois é ele que outorga a cada um o que é seu.
  • d) o Poder Executivo deve submeter-se ao Judiciário, pois depende dele para validar suas determinações.
  • e) o Poder Legislativo deve submeter-se ao Executivo, na pessoa do governante, pois ele que é soberano.
#186609
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(1,0) 7 - 

Os meios de comunicação funcionam como um elo entre os diferentes segmentos de uma sociedade. Nas últimas décadas, acompanhamos a inserção de um novo meio de comunicação que supera em muito outros já existentes, visto que pode contribuir para a democratização da vida social e política da sociedade à medida que possibilita a instituição de mecanismos eletrônicos para a efetiva participação política e disseminação de informações.

Constitui o exemplo mais expressivo desse novo conjunto de redes informacionais a

  • a) Internet.
  • b) fibra ótica.
  • c) TV digital.
  • d) telefonia móvel.
  • e) portabilidade telefônica.
#186610
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(1,0) 8 - 

TEXTO I
Deputado (definição do século XVIII):
Substant. Aquele a quem se deu alguma comissão de jurisdição, ou conhecimento. Mandado da parte de alguma República, ou soberano. O que tem comissão do ministro próprio. SILVA, A. M. Diccionario da lingua portugueza. Lisboa: Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1789 (adaptado).
TEXTO II
Deputado (definição deo século XXI):
[...] 4. Aquele que representa os interesses de outrem em reuniões e decisões oficiais. 5. Aquele que é eleito para legislar e representar os interesses dos cidadãos. 6. Aquele que é comissionado para tratar dos negócios alheios. AULETE, C. Minidicionário contemporâneo da língua portuguesa. São Paulo: Lexikon, 2010 (adaptado).
A mudança mais significativa no sentido da palavra "deputado", entre o século XVIII e os dias de hoje, dá-se pelo(a)

  • a) aumento na importância como representação política dos cidadãos.
  • b) crescente participação dos funcionários no poder do Estado.
  • c) incentivo à intermediação dos interesses de particulares.
  • d) criação de diversas pequenas cidades-repúblicas.
  • e) diminuição do poder das assembleias.
#186611
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(1,0) 9 - 

O justo e o bem são complementares no sentido de que uma concepção política deve apoiar-se em diferentes ideias do bem. Na teoria da justiça como equidade, essa condição se expressa pela prioridade do justo. Sob sua forma geral, esta quer dizer que as ideias aceitáveis do bem devem respeitar os limites da concepção política de justiça e nela desempenhar um certo papel.

RAWLS, J. Justiça e democracia. São Paulo: Martins Fontes, 2000 (adaptado).

Segundo Rawls, a concepção de justiça legisla sobre ideias do bem, de forma que

  • a) as ações individuais são definidas como efeitos determinados por fatores naturais ou constrangimentos sociais.
  • b) o estudo da origem e da história dos valores morais concluem a inexistência de noções absolutas de bem e mal.
  • c) o próprio estatuto do homem como centro do mundo é abalado, marcando o relativismo da época contemporânea.
  • d) as intenções e bens particulares que cada indivíduo almeja alcançar são regulados na sociedade por princípios equilibrados.
  • e) o homem é compreendido como determinado e livre ao mesmo tempo, já que a liberdade limita-se a um conjunto de condições objetivas.Responder
#186612
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(1,0) 10 - 

Numa democracia representativa, como é o Brasil, o direito de votar para escolha dos governantes, que irão ocupar os cargos do Executivo e do Legislativo, é um dos direitos fundamentais da cidadania. Na impossibilidade de participação direta do povo nas decisões que deverão ser tomadas a respeito de questões da máxima relevância para o interesse público, a escolha de representantes para o desempenho dessas tarefas foi o caminho encontrado para que as opções reflitam a vontade do povo.

DALLARI, D. Em busca da democracia representativa. Disponível em: www.jb.com.br. Acesso em: 2 fev. 2015.

Na perspectiva apontada no texto, a consolidação da democracia no Brasil baseia-se na representação

  • a) fóruns sociais.
  • b) partidos políticos.
  • c) conselhos federais.
  • d) entidades de classe.
  • e) organizações não governamentais.