Processando...

Prova Liquigás - Português 2 - Questões e Simulados (Edital 2014) | CONCURSO

Prova Liquigás - Português 2 - Questões e Simulados (Edital 2014)

📚 Simulado LIQUIGÁS | CESGRANRIO | cód.3107

Um bom desempenho começa com preparação. Faça o simulado LIQUIGÁS agora mesmo! 📊

 

🔗 Vejam mais simulados LIQUIGÁS

🎯 São milhares de simulados para concurso disponíveis para você praticar e conseguir a tão sonhada aprovação em Concurso Público.


🧪 Este Simulado LIQUIGÁS foi elaborado da seguinte forma:

  • 📌 Categoria: Concurso
  • 🏛️ Instituição: LIQUIGÁS
  • 👔 Cargo: . Cargos Diversos
  • 📚 Matéria: Português
  • 🧩 Assuntos do Simulado:
  • 🏢 Banca Organizadora: CESGRANRIO
  • ❓ Quantidade de Questões: 5
  • ⏱️ Tempo do Simulado: 15 minutos

⚙️ REGRA DO SIMULADO

Este simulado é gratuito 🆓. Basta clicar no botão iniciar abaixo e preencher um breve cadastro para participar do nosso ranking.

 

📊 No ranking você compara sua nota com outros candidatos e acompanha sua evolução nos estudos.

 

🚀 Aproveite este simulado LIQUIGÁS e saia na frente na sua preparação!


📖 Questões LIQUIGÁS

Se ainda não estiver pronto para fazer o simulado, treine antes com nossas questões de concursos:

Questões do concurso LIQUIGÁS


🎥 Vídeo Aula

Confira vídeo aulas no YouTube com foco no concurso LIQUIGÁS. Estude com conteúdo gratuito e atualizado.

Assistir vídeo aula sobre LIQUIGÁS


📚 Apostila

Encontre apostilas completas e materiais didáticos atualizados para o concurso LIQUIGÁS.

Ver apostilas para LIQUIGÁS


📢 Concursos Abertos para LIQUIGÁS

Veja os concursos abertos da instituição LIQUIGÁS. A lista está sempre atualizada:

Concursos abertos para LIQUIGÁS


🍀 Boa sorte e Bons Estudos,

ConcursosAZ - Aprovando de A a Z ✅


#36479
Banca
CESGRANRIO
Matéria
Português
Concurso
LIQUIGÁS
Tipo
Múltipla escolha
Comentários
Seja o primeiro a comentar
fácil

(1,0) 1 - 

50 anos depois

 

      [ ...] No cinquentenário da República, ninguém questionava a quartelada que derrubou o Império em 1889. Nos 50 anos do Estado Novo, poucos deram atenção ao período que transformou a economia e a sociedade brasileiras. Pois hoje, dia 31 de março de 2014, 50 anos depois do golpe militar, o Brasil é tomado de debates inflamados e de um surto incomum de memória histórica. [ ...]
      Houve avanços em quase todas essas áreas. Estabilizamos a moeda, distribuímos renda, pusemos as crianças na escola. As conquistas não são poucas, vieram aos poucos e estão longe de terminadas. Todas elas são fruto do ambiente livre, em que diferentes ideias podem ser debatidas e testadas. Todas são fruto, numa palavra, da democracia.
      Eis a principal diferença entre os dois Brasis, separados por 50 anos: em 1964 havia, à direita e à esquerda, ceticismo em relação à democracia; hoje, não mais. Se há pensamento autoritário no país, ele é minoritário. Nossas instituições democráticas deram prova de vitalidade ao promover oimpeachment de um presidente, a condenação de corruptos poderosos no caso do mensalão e ao manter ampla liberdade de opinião e de expressão. A cada eleição, o brasileiro gosta mais da democracia.
      Nada disso significa, porém, que possamos considerá-la uma conquista perene e consolidada. Democracias jovens, como Venezuela, Argentina ou Rússia, estão aí para mostrar como o espectro do autoritarismo pode abalar os regimes de liberdade. A luta pela democracia e pelas liberdades individuais precisa ser constante, consistente e sem margem pa ra hesitação. 

                              (Helio Gurovitz. Época, 31 de março de 2014. Adaptado.)

 

Os vocábulos "cinquentenário" e "império" são acentuados devido à mesma justificativa. O mesmo ocorre com o par de palavras apresentado em

  • a) prêmio e órbita.
  • b)  rápida e tráfego.
  • c) satélite e ministério.
  • d)  pública e experiência.
  • e) sexagenário e próximo.
#36480
Banca
CESGRANRIO
Matéria
Português
Concurso
LIQUIGÁS
Tipo
Múltipla escolha
Comentários
Seja o primeiro a comentar
fácil

(1,0) 2 - 

Sua excelência, o leitor

 

Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.

TEZZA, Cristóvão. Disponível em:imagem-010.jpg Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).

 

A palavra “décadas” é acentuada com base na mesma regra que determina a acentuação de

 

  • a) arrancá-los.
  • b) indócil.
  • c) súbito.
  • d) café.
  • e) nenhuma das alternativas anteriores.
#36481
Banca
CESGRANRIO
Matéria
Português
Concurso
LIQUIGÁS
Tipo
Múltipla escolha
Comentários
Seja o primeiro a comentar
médio

(1,0) 3 - 

O rápido e significativo crescimento das cidades brasileiras, nas últimas seis décadas, ocasionou três fenômenos de grande relevância: 

 


• transição de um país predominantemente rural para o patamar atual onde aproximadamente 80% da população passa a residir em áreas urbanas; 
• triplicação da população ao longo deste mesmo período; 
• crescimento da frota de veículos, a partir do desenvolvimento industrial com foco na indústria automobilística. 


 A consideração da inter-relação existente entre cidades sustentáveis, redes de transporte de qualidade, eficiência energética, respeito ao meio ambiente e renda da população, impõe-se como questão indiscutível, exigindo atuação e colaboração entre os diferentes setores de governo e ação integrada nos três níveis de poder, sob pena de não alcançar a desejada inclusão social com qualidade de vida nas cidades. 

 

 

 

A experiência mundial aponta para a importância dos sistemas sobre trilhos como uma solução eficiente para estruturação das redes de transporte urbano nas médias e grandes cidades. O setor metroferroviário é capaz de proporcionar impactos muito relevantes e positivos sobre os aspectos anteriormente mencionados. Ao mesmo tempo, exige vultosos investimentos para sua implantação e expansão, tornando imprescindível o apoio da União, em conjunto com os poderes locais, num planejamento mais amplo e consistente de priorização de investimentos no setor.

 

 

(Disponível em: http://www.cbtu.gov.br/estudos/evol_inst/evolucao.pdf.) 

 

 

 

Considerando a acentuação gráfica das palavras, analise as afirmativas a seguir. 

I. As palavras “rápido” e “últimas” são acentuadas em decorrência de mesma regra gramatical. 

II. As palavras “décadas” e “fenômenos” são acentuadas em decorrência de diferentes regras gramaticais. 

III. O plural de “indiscutível” é acentuado em decorrência de mesma regra gramatical que justifica o acento gráfico em “sustentáveis”. 

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s).

  • a) I
  • b) II
  • c) I e II. 
  • d) I e III
  • e) III
#36482
Banca
CESGRANRIO
Matéria
Português
Concurso
LIQUIGÁS
Tipo
Múltipla escolha
Comentários
Seja o primeiro a comentar
difícil

(1,0) 4 - 

Ordem ou Barbárie 

 

O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal. O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.

Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não. 
Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas. 
Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio. (...) 

Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. (...) Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso! (...) 

No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa! (...) 
Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.

(Rachel Sheherazade - jornal Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2014) 

 

 

No texto, verificamos sequências tais como: Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. Neste trecho, em especial, o segmento que se encontra entre parênteses sugere, textualmente

  • a) uma correção que fecha qualquer outra possibilidade de interpretação do que foi dito antes. 
  • b) uma retificação necessária à argumentação que se seguirá
  • c) uma reformulação que denota controle da comunicação por parte do autor do texto. 
  • d) uma forma de ratificar o seu pensamento em favor de uma linha única de argumentação. 
  • e) uma forma de resumir todo um pensamento anterior e adequar o seu discurso ao contexto.
#36483
Banca
CESGRANRIO
Matéria
Português
Concurso
LIQUIGÁS
Tipo
Múltipla escolha
Comentários
Seja o primeiro a comentar
fácil

(1,0) 5 - 

Leia o texto para responder à questão.

 

Novos tempos


      Não dá para afirmar que seja despropositada a decisão do Supremo Tribunal Federal de dar aos réus todas as possibilidades recursais previstas em lei. O que dá, sim, para discutir é se nosso marco legislativo não é absurdamente pródigo em recursos. 
      Minha impressão é que, a exemplo do que aconteceu coma medicina, o direito foi atropelado pelos novos tempos e nem percebeu. Se, até algumas décadas atrás, ainda dava para insistirem modelos que procuravam máxima segurança, com médicos conduzindo pessoalmente cada etapa dos processos diagnóstico e terapêutico e com advogados podendo apelar, agravar e embargar nas mais variadas fases do julgamento, isso está deixando de ser viável num contexto em que se pretende oferecer medicina e justiça para uma sociedade de massas.
      Aqui, seria preciso redesenhar os sistemas, fazendo com que o cidadão só fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas que dessem conta dos casos mais simples tivessem se esgotado. Não há razão, por exemplo, para que médicos prescrevam óculos para crianças ou para que divórcios e heranças não litigiosos passem por juízes e advogados.
      É perfeitamente possível e desejável utilizar outros profissionais, como enfermeiros, tabeliães, notários e mediadores, para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos. A dificuldade aqui é que, como ambos os sistemas são controlados muito de perto por entidades de classe com fortes poderes, que resistem naturalmente a mudanças, reformas, quando ocorrem, vêm a conta-gotas.
      É preciso, entretanto, racionalizar os modelos, retirando seus exageros, como a generosidade recursal e a centralização no médico, mesmo sob o risco de reduzir um pouco a segurança. Nada, afinal, é pior do que a justiça que nunca chega ou a fila da cirurgia que não anda.

 

(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 28.09.2013. Adaptado)

 

 

Assinale a alternativa correta quanto à pontuação, de acordo com a norma ­padrão da língua portuguesa.

  • a) É preciso racionalizar os sistemas de saúde e de justiça, pois para o cidadão nada, é pior, do que a justiça e o atendimento médico que, nunca chegam.
  • b) É preciso racionalizar os sistemas de saúde e de justiça, pois para, o cidadão, nada é pior do que, a justiça e o atendimento médico, que nunca chegam.
  • c) É preciso racionalizar, os sistemas de saúde e de justiça, pois para o cidadão, nada, é pior do que a justiça e o atendimento médico que nunca chegam.
  • d)  É preciso, racionalizar os sistemas de saúde e de justiça, pois, para o cidadão nada, é pior do que a justiça e o atendimento médico que nunca chegam.
  • e)  É preciso racionalizar os sistemas de saúde e de justiça, pois, para o cidadão, nada é pior do que a justiça e o atendimento médico que nunca chegam.