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Prova de Direito Tributário 18 - Questões e Simulados | CONCURSO

Prova de Direito Tributário 18 - Questões e Simulados

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#4830
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Direito Tributário
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(1,0) 1 - 

Em não havendo disposição legal em contrário, a isenção não onerosa, para o ICMS, concedida mediante lei,

  • a) não gera direito adquirido, devendo ser revogado por Emenda Constitucional.
  • b) exige a manutenção dos créditos do ICMS para operações subsequentes.
  • c) pode ser revogada mediante Decreto, desde que com fundamento jurídico.
  • d) não implica crédito para compensação com o imposto devido nas operações subsequentes.
  • e) gera direito adquirido, não podendo ser revogada a qualquer tempo.
#4831
Banca
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Matéria
Direito Tributário
Concurso
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difícil

(1,0) 2 - 

Sr. Alzuiro adquiriu em licitação mercadorias que haviam sido apreendidas pela Receita Federal do Brasil em virtude de sonegação fiscal. Nesse contexto

  • a) o tributo deverá ser dividido entre o importador original e o Sr. Alzuiro.
  • b) o tributo será devido pelo importador e subsidiariamente pelo Sr. Alzuiro.
  • c) o tributo foi extinto em função da apreensão da mercadoria pela Receita Federal.
  • d) o tributo será devido pelo importador original, não atingindo o Sr. Alzuiro uma vez que se trata de pessoa física e não promove a importação com habitualidade.
  • e) o Sr. Alzuiro será responsável pelo recolhimento dos tributos devidos.
#4832
Banca
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Direito Tributário
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médio

(1,0) 3 - 

Quanto ao prazo legal para fornecimento de certidão negativa de débitos tributários, é correto afirmar que

  • a) o prazo é de até 90 dias, de acordo com o Código Tributário Nacional.
  • b) a repartição possui o prazo de 30 dias para sua emissão, se não for constatado nenhum débito tributário.
  • c) a repartição possui o prazo de 10 dias para sua emissão, contados da data da entrada do requerimento na repartição.
  • d) não existe prazo legal para o fornecimento, devendo, contudo, ser observada a ordem de chegada dos pedidos formulados.
  • e) o prazo de 30 dias para emissão é contado a partir da quitação do último débito tributário inscrito na dívida ativa.
#4833
Banca
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(1,0) 4 - 

De acordo com o Código Tributário Nacional, o termo de inscrição em dívida ativa, autenticado pela autoridade competente, indicará, obrigatoriamente:

  • a) o nome do devedor, dos co-responsáveis e, sob pena de nulidade, o domicílio ou residência de um e de outros.
  • b) a data em que foi inscrita.
  • c) a origem e a natureza do crédito, não se exigindo a exata disposição da lei em que seja fundado.
  • d) a quantia devida, incluindo-se os juros de mora, dis- pensando-se a apresentação dos meios utilizados para os cálculos dos valores.
  • e) o número e a origem do processo administrativo de que se originou o crédito, com transcrição dos termos mais importantes para exata identificação do devedor.
#4834
Banca
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Direito Tributário
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(1,0) 5 - 

Suspendem a exigibilidade do crédito tributário, propici- ando-se ao interessado certidão positiva com efeitos de negativa, exceto:

  • a) moratória.
  • b) a transação.
  • c) o parcelamento.
  • d) a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
  • e) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo.
#4835
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(1,0) 6 - 

No que se refere à exclusão do crédito tributário, e espe- cificamente quanto à isenção, dispõe o Código Tributário Nacional que:

  • a) salvo disposição de lei em contrário, a isenção não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.
  • b) a isenção não pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, por força do princípio da uniformidade geográfico-tributária.
  • c) a isenção, ainda quando prevista em contrato, depende de decisão administrativa devidamente fundamentada, explicitando condições e requisitos para a fruição do benefício.
  • d) a isenção é sempre extensiva às taxas e contribuições de melhoria.
  • e) a isenção, ainda que concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo.
#4836
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(1,0) 7 - 

Nos termos do Código Tributário Nacional, o lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos, exceto:

  • a) quando a lei assim o determine.
  • b) quando a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária.
  • c) quando se suspeite que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação.
  • d) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória.
  • e) quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração, deixe de atender, no prazo e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade.
#4837
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(1,0) 8 - 

No que se refere à falta de eleição do domicílio tributário, pelo contribuinte ou responsável, dispõe o Código Tributário Nacional, exceto:

  • a) quanto às pessoas naturais, o domicílio é a sua residên- cia habitual, ou, sendo esta incerta ou desconhecida, o centro habitual de sua atividade.
  • b) quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às firmas individuais, o domicílio é o lugar de sua sede, ou, em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação, o de cada estabelecimento.
  • c) a autoridade administrativa pode recusar o domicílio tributário eleito, por razões de conveniência e de eficiência, ainda que o domicílio indicado não impossibi- lite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo.
  • d) pode-se, em algumas situações, considerar-se como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que derem origem à obrigação.
  • e) quanto às pessoas jurídicas de direito público, o domicílio tributário é qualquer de suas repartições no território da entidade tributante.
#4838
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(1,0) 9 - 

A determinação da natureza jurídica específica do tributo, de acordo com o Código Tributário Nacional, decorre, especificamente:

  • a) do fato gerador da respectiva obrigação.
  • b) da destinação legal do produto da arrecadação.
  • c) da denominação.
  • d) a fixação do agente arrecadador.
  • e) das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da obrigação.
#4839
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(1,0) 10 - 

De acordo com o Código Tributário Nacional, o termo de inscrição em dívida ativa, autenticado pela autoridade competente, indicará, obrigatoriamente:

  • a) o nome do devedor, dos co-responsáveis e, sob pena de nulidade, o domicílio ou residência de um e de outros.
  • b) a data em que foi inscrita.
  • c) a origem e a natureza do crédito, não se exigindo a exata disposição da lei em que seja fundado.
  • d) a quantia devida, incluindo-se os juros de mora, dispensando- se a apresentação dos meios utilizados para os cálculos dos valores.
  • e) o número e a origem do processo administrativo de que se originou o crédito, com transcrição dos termos mais importantes para exata identificação do devedor.
#4840
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(1,0) 11 - 

Suspendem a exigibilidade do crédito tributário, propiciando- se ao interessado certidão positiva com efeitos de negativa, exceto:

  • a) moratória.
  • b) a transação.
  • c) o parcelamento.
  • d) a concessão de medida liminar em mandado de segurança.
  • e) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo.
#4841
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(1,0) 12 - 

No que se refere à exclusão do crédito tributário, e especificamente quanto à isenção, dispõe o Código Tributário Nacional que:

  • a) salvo disposição de lei em contrário, a isenção não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.
  • b) a isenção não pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, por força do princípio da uniformidade geográfico-tributária.
  • c) a isenção, ainda quando prevista em contrato, depende de decisão administrativa devidamente fundamentada, explicitando condições e requisitos para a fruição do benefício.
  • d) a isenção é sempre extensiva às taxas e contribuições de melhoria.
  • e) a isenção, ainda que concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo.
#4842
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(1,0) 13 - 

Nos termos do Código Tributário Nacional, o lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos, exceto:

  • a) quando a lei assim o determine.
  • b) quando a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária.
  • c) quando se suspeite que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação.
  • d) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória.
  • e) quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração, deixe de atender, no prazo e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade.
#4843
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(1,0) 14 - 

No que se refere à falta de eleição do domicílio tributário, pelo contribuinte ou responsável, dispõe o Código Tributário Nacional, exceto:

  • a) quanto às pessoas naturais, o domicílio é a sua residência habitual, ou, sendo esta incerta ou desconhecida, o centro habitual de sua atividade.
  • b) quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às firmas individuais, o domicílio é o lugar de sua sede, ou, em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação, o de cada estabelecimento.
  • c) a autoridade administrativa pode recusar o domicílio tributário eleito, por razões de conveniência e de eficiência, ainda que o domicílio indicado não impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo.
  • d) pode-se, em algumas situações, considerar-se como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que derem origem à obrigação.
  • e) quanto às pessoas jurídicas de direito público, o domicílio tributário é qualquer de suas repartições no território da entidade tributante.
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(1,0) 15 - 

No que se refere ao fato gerador, dispõe o Código Tributário Nacional que

  • a) o fato gerador da obrigação principal é situação definida na Constituição como indicativa da possibilidade de imposição de obrigação de pagar, por parte de ente público que detenha competência para fazê-lo.
  • b) a autoridade administrativa poderá considerar como ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos, tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios.
  • c) o fato gerador da obrigação acessória é situação definida em lei complementar, que impõe prática ou abstenção de ato, ainda que originariamente este se configure como obrigação principal.
  • d) a autoridade administrativa deverá considerar como ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos, tratando-se de situação de fato, desde o momento em que esteja definitivamente constituída, nos termos da legislação de regência.
  • e) a autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária.