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Prova de Arqueologia 4 - Questões e Simulados | CONCURSO

Prova de Arqueologia 4 - Questões e Simulados

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(1,0) 1 - 

 

Considere um projeto de restauro e requalificação de uso de sítio de valor histórico-arquitetônico, tombado pelos três níveis dos sistema federativo, integrado por edificação da virada dos séculos XIX e XX e seu entorno de ambientação. O projeto, liderado por arquiteto especialista em restauro de bens patrimoniais, contempla vários interesses e áreas de conhecimento que congregam vários especialistas.

 

Para investigar em cotas negativas, evidenciando e analisando estratos antropogênicos, a arqueologia buscou nas ciências da terra a teoria da estratigrafia. Para investigar cotas positivas, entendendo a edificação como documento arqueológico, a arqueologia investiu na releitura do conceito de estratigrafia, criando um mecanismo para a leitura e compreensão de suas transformações ditadas pelas mudanças de uso e ocupação.

Nesse caso, uma das possibilidades de leitura da edificação como documento arqueológico é focada na sua estratificação, dada como

  • a) a secção de suas paredes.
  • b) os cortes abrangendo o solo, as fundações, as paredes e a cobertura, inseridos em planta.
  • c) a visão conjunta da cota negativa e da cota positiva no local de inserção da edificação.
  • d) as adições e supressões de alvenaria, como o fechamento ou abertura de portas e janelas ou a construção de cômodos.
  • e) análise físico-química dos materiais empregados na construção.
#20716
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(1,0) 2 - 

 

Considere um projeto de restauro e requalificação de uso de sítio de valor histórico-arquitetônico, tombado pelos três níveis dos sistema federativo, integrado por edificação da virada dos séculos XIX e XX e seu entorno de ambientação. O projeto, liderado por arquiteto especialista em restauro de bens patrimoniais, contempla vários interesses e áreas de conhecimento que congregam vários especialistas.

 

Definida a participação do arqueólogo no processo de restauro, ele atuará

  • a) em cotas positivas e negativas, com metodologia e técnicas arqueológicas.
  • b) em cotas positivas, acompanhando as intervenções arquitetônicas executadas na edificação.
  • c) em cotas negativas, resgatando materiais do subsolo.
  • d) em cotas negativas, resgatando materiais do subsolo e analisando as fundações da edificação.
  • e) no monitoramento arqueológico das intervenções arquitetônicas em cota zero.
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(1,0) 3 - 

A Portaria 28, editada pelo IPHAN em 31 de janeiro de 2003,

  • a) excluiu os reservatórios a fio d'água da obrigatoriedade de planejamento e execução de estudos de arqueologia preventiva, por ocasião da renovação da licença de operação.
  • b) regulamentou os procedimentos aplicáveis às instituições públicas da União, Estados e Municípios no processo de autorização para a pesquisa arqueológica.
  • c) revogou dispositivos da Portaria 7, de 1º de dezembro de 1988.
  • d) fixou critérios para o estudo de arqueologia preventiva na fase de licença prévia.
  • e) estabeleceu a estrutura do plano de trabalho a ser apresentado ao IPHAN, como um dos requisitos para a obtenção de permissão de pesquisa arqueológica.
#20718
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(1,0) 4 - 

É dever do poder público, com a colaboração da comunidade, promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro - o que inclui o patrimônio arqueológico. Este preceito, dado no desdobramento do artigo 216 da Constituição Federal, ratifica a natureza de bem difuso (pertencente a todos) inerente ao patrimônio arqueológico. O fortalecimento desta tese encontra respaldo:

I. Na forte vocação do bem cultural arqueológico como bem ambiental. 
II. Na necessidade de obtenção de permissão federal para o planejamento e execução de pesquisas arqueológicas, nos termos do regramento estabelecido pelo Ministério do Meio Ambiente. 
III. Na estratégia de distribuição das competências legislativas e materiais entre os entes federados, dada pela Constituição Federal de 1988. 
IV. Nas crescentes pressões do ente federativo local (Município), em considerando suas competências legislativa e material de caráter supletivo, dadas pela Constituição Federal de 1988. 
V. No significativo potencial de fruição do bem arqueológico (uso e gozo) pela sociedade, sem comprometimento de sua integridade.

Estão corretas APENAS as afirmações

  • a) I, II e V.
  • b) III e IV.
  • c) I, IV e V.
  • d) I e V.
  • e) II e III.
#20719
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(1,0) 5 - 

A previsão de pena de reclusão (um a três anos) e multa para a destruição de bem especialmente protegido por lei, como os sítios e locais de valor arqueológico, é matéria tratada no ordenamento jurídico brasileiro

  • a) pelo Decreto-Lei 25, de 30 de novembro de 1937.
  • b) pela Lei Federal 3.924, de 26 de julho de 1961.
  • c) pela Lei Federal 7.347, de 24 de julho de 1985.
  • d) pela Constituição Federal de 1988.
  • e) pela Lei Federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
#20720
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(1,0) 6 - 

A Constituição de 1988 não faz restrição a qualquer tipo de bem cultural, podendo ser eles materiais ou imateriais, individuais ou coletivos, móveis ou imóveis, naturais ou produtos da intervenção humana. O que importa é a existência do nexo vinculante com a identidade, ação ou a memória dos grupos formadores da sociedade nacional. Os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico são mencionados

  • a) no artigo 20 do texto constitucional, sendo que a competência legislativa relacionada com a sua proteção é privativa da União, nos termos do artigo 22.
  • b) no artigo 20 do texto constitucional, sendo que a competência legislativa e material relacionadas com a sua proteção é privativa da União, nos termos do artigo 22.
  • c) no artigo 216 do texto constitucional, sendo que a competência legislativa e material relacionadas com a sua proteção é do tipo comuma todos os entes federativos, nos termos do artigo 23.
  • d) no artigo 216 do texto constitucional, sendo que a competência legislativa relacionada com a sua proteção é do tipo concorrente, nos termos do artigo 24, e supletiva, nos termos do artigo 30.
  • e) no artigo 225, sendo que a competência material relacionada com a sua proteção é do tipo comum a todos os entes federados, nos termos do artigo 23.
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(1,0) 7 - 

O Decreto-Lei 25, de 30 de novembro de 1937, que organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional, foi editado no governo de Getúlio Vargas, sendo Ministro de Estado da Educação e Saúde Gustavo Capanema. Compatível com as idéias da época, explicita o excepcional valor arqueológico como atributo válido para caracterizar o patrimônio histórico e artístico nacional. Sua ênfase converge para

  • a) o conceito de patrimônio, estendendo seu significado às expressões da cultura popular.
  • b) as implicações jurídicas e os efeitos legais do tombamento.
  • c) o patrimônio edificado de caráter monumental e os sambaquis.
  • d) a distribuição das competências de proteção patrimonial entre os entes federativos.
  • e) a criação de órgãos de proteção patrimonial nos Estados e Municípios.
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(1,0) 8 - 

Embora relativamente recente em termos acadêmicos (ensino e pesquisa), os maiores museus brasileiros sempre tiveram ações voltadas ao colecionismo de materiais arqueológicos. Dentre esses museus, se destacam:

  • a) Museu Nacional, Museu Paulista e Museu de Arte de São Paulo (MASP).
  • b) Museu Nacional e Museu da República.
  • c) Museu Paulista, Museu Histórico Nacional e MASP.
  • d) Museu Paulista, Museu Paranaense e Museu Republicano Convenção de Itu.
  • e) Museu Nacional, Museu Paraense Emilio Goeldi e Museu Paranaense.
#20723
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(1,0) 9 - 

 

A influência estrangeira, principalmente norte-americana e francesa, foi marcante nas décadas de 1950 e 1960. Destacaram-se neste quadro, com presença efetiva:

 

  • a) Betty Meggers e Annette Laming-Emperaire.
  • b) Betty Meggers e André Leroy-Gourhan.
  • c) Clifford Evans e Joseph Emperaire.
  • d) Ian Hodder e Paul Rivet.
  • e) Anna C. Roosevelt e Jacques Tixier.
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(1,0) 10 - 

A Arqueologia Brasileira, produto da influência inicial de pelo menos duas correntes de pensamento técnicocientífico, consolidou-se em moldes acadêmicos no ano de

  • a) 1900, estimulada pelo capital gerado pela cafeicultura, que financiou equipes de pesquisa como a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo.
  • b) 1920, sob forte influência do Movimento Modernista, que incentivou o nativismo entre as elites.
  • c) 1950, com o incremento da industrialização e do movimento ambientalista.
  • d) 1960, com a formação das primeiras lideranças e grupos de arqueologia acadêmica.
  • e) 1970, com a instauração dos primeiros programas de pós-graduação em arqueologia nas principais universidades brasileiras.