Clima alentadorChina e EUA anunciam metas para combater o aquecimento global e revivem expectativa de acordoem Copenhague.
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Na frase "A ideia é de que a redução não prejudique seu esforço de desenvolvimento e redução da pobreza." (L. 26- 28), o uso do pronome possessivo "seu" estabelece um vínculo coesivo no texto, porque evita a repetição da expressão
No fragmento "O novo acordo precisa ir muito além de Kyoto, se a meta for impedir que o aumento da temperatura média da atmosfera ultrapasse 2 °C de aquecimento neste século, como recomenda a maioria dos climatologistas." (L. 15-19), o termo "se" tem o sentido equivalente ao de
As palavras que se acentuam pelas mesmas regras de "conferência", "razoável", "países" e "será", respectivamente, são
A imprensa internacional foi convidada para assistir os debates em Copenhague. De acordo com a norma escrita padrão da língua, na frase acima há um DESVIO de
O título Clima alentador, do editorial da Folha de S. Paulo,
A imprensa internacional foi convidada para assistir os de- bates em Copenhague. De acordo com a norma escrita padrão da língua, na frase acima há um DESVIO de
Na linha 09, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
A diferença existente entre "tempo livre" e "tempo não-livre" é a mesma que distingue as pessoas que estão "convictas de que agem por vontade própria" (L.12) daquelas "pessoas não-livres" (L.19-20) que desconhecem a "sua não-liberdade em si mesma" (L.20).
Do primeiro parágrafo do texto, depreende-se que a idéia de "tempo livre", isto é, a de tempo não ocupado pelo trabalho, não é nova.
No trecho "o tempo livre tende em direção contrária à de seu próprio conceito" (L.15-16), o acento grave indica crase da preposição a, exigida pela regência de "contrária", com o pronome demonstrativo a.
O "tempo livre" torna-se "paródia" (L.16) de si mesmo porque 'as condições de não-liberdade' (L.13) das relações de produção no mundo do trabalho estão presentes nele.
A partir do desenvolvimento das idéias do texto, é correta a seguinte inferência: nas linhas de 20 a 22, o trecho entre aspas reproduz uma fala consensual, de natureza repressora, que atua sobre as pessoas e é decorrente do sistema funcional em que as pessoas se inserem.
O "sistema funcional" (L.23) que liga as necessidades pessoais à liberdade coercitiva refere-se à funcionalização, à institucionalização e à reprodução do desejo das pessoas pela indústria e pelo comércio.
No texto, o verbo "sair" (L.24) tem duplo sentido: o literal, "Passar-a-noite-a-céu-aberto" (L.24); e o figurado, protestar "contra o tédio e o convencionalismo burgueses" (L.23-24).
Segundo o texto, a imperiosa necessidade de consumo da sociedade atual é gerada mais pelos próprios consumidores que pela indústria, como a do camping, por exemplo, que "não poderia obrigar as pessoas a comprar barracas e motor homes, além de inúmeros utensílios auxiliares, se algo nas pessoas não ansiasse por isso" (L.26-27).
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