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#24345
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(1,0)

Dizia, em meio a outras coisas, que sem crítica não se

pode desenvolver um gosto, pois que ele é uma

construção. Em outras palavras: ausente o espírito crítico,

passa a valer tudo – inclusive as empulhações do nosso

tempo, como a promoção da subliteratura, o horror

musical, a infâmia generalizada na área das artes plásticas

etc. E, dias depois, li um livro – “A literatura e os deuses” –

que me iluminou particularmente sobre essas questões.

A falta de crítica (portanto, de uma educação bem

fundamentada) impede, entre outras coisas, uma clara

visão da cultura e da arte. Ficamos meio cegos, incapazes

de perceber seja o que for acima da mediocridade. E aqui

entra o livro a que me referi, abordando episódio contado

por Apolônio de Rodes sobre os argonautas.

Então eles, os heróis, chegaram a uma ilha deserta

chamada Tinis, ao alvorecer. Estenderam?se na praia para

descansar – e eis que surge o deus Apolo: “Áureos cachos

flutuavam, enquanto avançava; na mão esquerda

segurava um arco de prata, às costas levava uma aljava; e,

sob os seus pés, toda a ilha fremia, e as ondas se

agigantavam na praia.” Quando o deus se vai, voando

sobre o oceano, os heróis, por sugestão de Orfeu,

consagram?lhe a ilha e oferecem?lhe um sacrifício.

Comenta o autor do livro: “Todos têm a mesma visão,

todos sentem idêntico terror, todos colaboram na

construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem

argonautas, se não existem mais testemunhas de tal

experiência?”

Os heróis puderam ver Apolo porque tinham seus

espíritos preparados para o que está além do terrestre e

imediato. Apolo é o patrono das artes, o deus da

inspiração, entre outras coisas. Em terra de gente que lê

sem ler, que ouve sem ouvir, que vê sem ver, ele costuma

permanecer invisível. Como no Brasil, cujos gestores e

políticos promovem apenas o entretenimento vazio,

relegando ao ostracismo a Educação e as Artes –

temerosos de que o eleitor venha a ser um dia capaz de

olhares altos e lúcidos como os dos argonautas...

 

(Ruy Espinheira Filho. Adaptado)

"...sem crítica não se pode desenvolver um gosto, pois que ele é uma construção". A forma de reescrever-se essa

A forma de reescrever-se essa mesma frase que mantém o seu sentido original é:

#24344
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(1,0)

Dizia, em meio a outras coisas, que sem crítica não se

pode desenvolver um gosto, pois que ele é uma

construção. Em outras palavras: ausente o espírito crítico,

passa a valer tudo – inclusive as empulhações do nosso

tempo, como a promoção da subliteratura, o horror

musical, a infâmia generalizada na área das artes plásticas

etc. E, dias depois, li um livro – “A literatura e os deuses” –

que me iluminou particularmente sobre essas questões.

A falta de crítica (portanto, de uma educação bem

fundamentada) impede, entre outras coisas, uma clara

visão da cultura e da arte. Ficamos meio cegos, incapazes

de perceber seja o que for acima da mediocridade. E aqui

entra o livro a que me referi, abordando episódio contado

por Apolônio de Rodes sobre os argonautas.

Então eles, os heróis, chegaram a uma ilha deserta

chamada Tinis, ao alvorecer. Estenderam?se na praia para

descansar – e eis que surge o deus Apolo: “Áureos cachos

flutuavam, enquanto avançava; na mão esquerda

segurava um arco de prata, às costas levava uma aljava; e,

sob os seus pés, toda a ilha fremia, e as ondas se

agigantavam na praia.” Quando o deus se vai, voando

sobre o oceano, os heróis, por sugestão de Orfeu,

consagram?lhe a ilha e oferecem?lhe um sacrifício.

Comenta o autor do livro: “Todos têm a mesma visão,

todos sentem idêntico terror, todos colaboram na

construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem

argonautas, se não existem mais testemunhas de tal

experiência?”

Os heróis puderam ver Apolo porque tinham seus

espíritos preparados para o que está além do terrestre e

imediato. Apolo é o patrono das artes, o deus da

inspiração, entre outras coisas. Em terra de gente que lê

sem ler, que ouve sem ouvir, que vê sem ver, ele costuma

permanecer invisível. Como no Brasil, cujos gestores e

políticos promovem apenas o entretenimento vazio,

relegando ao ostracismo a Educação e as Artes –

temerosos de que o eleitor venha a ser um dia capaz de

olhares altos e lúcidos como os dos argonautas...

 

(Ruy Espinheira Filho. Adaptado)

Atualizando o título do texto, podemos ver que os que "podem ver mais alto" são

#24343
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(1,0)

Dizia, em meio a outras coisas, que sem crítica não se

pode desenvolver um gosto, pois que ele é uma

construção. Em outras palavras: ausente o espírito crítico,

passa a valer tudo – inclusive as empulhações do nosso

tempo, como a promoção da subliteratura, o horror

musical, a infâmia generalizada na área das artes plásticas

etc. E, dias depois, li um livro – “A literatura e os deuses” –

que me iluminou particularmente sobre essas questões.

A falta de crítica (portanto, de uma educação bem

fundamentada) impede, entre outras coisas, uma clara

visão da cultura e da arte. Ficamos meio cegos, incapazes

de perceber seja o que for acima da mediocridade. E aqui

entra o livro a que me referi, abordando episódio contado

por Apolônio de Rodes sobre os argonautas.

Então eles, os heróis, chegaram a uma ilha deserta

chamada Tinis, ao alvorecer. Estenderam?se na praia para

descansar – e eis que surge o deus Apolo: “Áureos cachos

flutuavam, enquanto avançava; na mão esquerda

segurava um arco de prata, às costas levava uma aljava; e,

sob os seus pés, toda a ilha fremia, e as ondas se

agigantavam na praia.” Quando o deus se vai, voando

sobre o oceano, os heróis, por sugestão de Orfeu,

consagram?lhe a ilha e oferecem?lhe um sacrifício.

Comenta o autor do livro: “Todos têm a mesma visão,

todos sentem idêntico terror, todos colaboram na

construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem

argonautas, se não existem mais testemunhas de tal

experiência?”

Os heróis puderam ver Apolo porque tinham seus

espíritos preparados para o que está além do terrestre e

imediato. Apolo é o patrono das artes, o deus da

inspiração, entre outras coisas. Em terra de gente que lê

sem ler, que ouve sem ouvir, que vê sem ver, ele costuma

permanecer invisível. Como no Brasil, cujos gestores e

políticos promovem apenas o entretenimento vazio,

relegando ao ostracismo a Educação e as Artes –

temerosos de que o eleitor venha a ser um dia capaz de

olhares altos e lúcidos como os dos argonautas...

 

(Ruy Espinheira Filho. Adaptado)

"Comenta o autor do livro: 'Todos têm a mesma visão, todos sentem idêntico terror, todos colaboram na construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem argonautas, se não existem mais testemunhas de tal experiência? '"


Com relação à pergunta formulada no fragmento acima, é correto afirmar que

#24342
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Dizia, em meio a outras coisas, que sem crítica não se

pode desenvolver um gosto, pois que ele é uma

construção. Em outras palavras: ausente o espírito crítico,

passa a valer tudo – inclusive as empulhações do nosso

tempo, como a promoção da subliteratura, o horror

musical, a infâmia generalizada na área das artes plásticas

etc. E, dias depois, li um livro – “A literatura e os deuses” –

que me iluminou particularmente sobre essas questões.

A falta de crítica (portanto, de uma educação bem

fundamentada) impede, entre outras coisas, uma clara

visão da cultura e da arte. Ficamos meio cegos, incapazes

de perceber seja o que for acima da mediocridade. E aqui

entra o livro a que me referi, abordando episódio contado

por Apolônio de Rodes sobre os argonautas.

Então eles, os heróis, chegaram a uma ilha deserta

chamada Tinis, ao alvorecer. Estenderam?se na praia para

descansar – e eis que surge o deus Apolo: “Áureos cachos

flutuavam, enquanto avançava; na mão esquerda

segurava um arco de prata, às costas levava uma aljava; e,

sob os seus pés, toda a ilha fremia, e as ondas se

agigantavam na praia.” Quando o deus se vai, voando

sobre o oceano, os heróis, por sugestão de Orfeu,

consagram?lhe a ilha e oferecem?lhe um sacrifício.

Comenta o autor do livro: “Todos têm a mesma visão,

todos sentem idêntico terror, todos colaboram na

construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem

argonautas, se não existem mais testemunhas de tal

experiência?”

Os heróis puderam ver Apolo porque tinham seus

espíritos preparados para o que está além do terrestre e

imediato. Apolo é o patrono das artes, o deus da

inspiração, entre outras coisas. Em terra de gente que lê

sem ler, que ouve sem ouvir, que vê sem ver, ele costuma

permanecer invisível. Como no Brasil, cujos gestores e

políticos promovem apenas o entretenimento vazio,

relegando ao ostracismo a Educação e as Artes –

temerosos de que o eleitor venha a ser um dia capaz de

olhares altos e lúcidos como os dos argonautas...

 

(Ruy Espinheira Filho. Adaptado)

A menção de um livro no primeiro parágrafo do texto tem a função textual de

#24341
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passa a valer tudo – inclusive as empulhações do nosso

tempo, como a promoção da subliteratura, o horror

musical, a infâmia generalizada na área das artes plásticas

etc. E, dias depois, li um livro – “A literatura e os deuses” –

que me iluminou particularmente sobre essas questões.

A falta de crítica (portanto, de uma educação bem

fundamentada) impede, entre outras coisas, uma clara

visão da cultura e da arte. Ficamos meio cegos, incapazes

de perceber seja o que for acima da mediocridade. E aqui

entra o livro a que me referi, abordando episódio contado

por Apolônio de Rodes sobre os argonautas.

Então eles, os heróis, chegaram a uma ilha deserta

chamada Tinis, ao alvorecer. Estenderam?se na praia para

descansar – e eis que surge o deus Apolo: “Áureos cachos

flutuavam, enquanto avançava; na mão esquerda

segurava um arco de prata, às costas levava uma aljava; e,

sob os seus pés, toda a ilha fremia, e as ondas se

agigantavam na praia.” Quando o deus se vai, voando

sobre o oceano, os heróis, por sugestão de Orfeu,

consagram?lhe a ilha e oferecem?lhe um sacrifício.

Comenta o autor do livro: “Todos têm a mesma visão,

todos sentem idêntico terror, todos colaboram na

construção do santuário. Mas o que ocorre se não existem

argonautas, se não existem mais testemunhas de tal

experiência?”

Os heróis puderam ver Apolo porque tinham seus

espíritos preparados para o que está além do terrestre e

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inspiração, entre outras coisas. Em terra de gente que lê

sem ler, que ouve sem ouvir, que vê sem ver, ele costuma

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temerosos de que o eleitor venha a ser um dia capaz de

olhares altos e lúcidos como os dos argonautas...

 

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Segundo o final do texto, a falta de cultura do povo brasileiro

#24250
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Assinale a alternativa que apresenta a frase INCORRETA, segundo a norma culta da língua.

#24249
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Assinale a alternativa INCORRETA.

#24248
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Assinale a alternativa correta.

#24247
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Considerando a concordância verbal, assinale a frase correta. 

#24246
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Considerando o correto uso de ponto e vírgula, assinale a alternativa INCORRETA.

#24245
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Assinale única alternativa que apresenta frase com valor conotativo.

#24244
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Considerando que a conjunção estabelece relação de sentido entre as orações que liga, assinale a alternativa que mostra a análise INCORRETA do sentido por ela estabelecido.

#24243
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Assinale a alternativa em que o verbo NÃO concorda com o sujeito.

#24242
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Em cada frase há um termo sublinhado, com sua respectiva análise sintática. Em apenas uma das alternativas a análise está INCORRETA. Assinale-a.

#24241
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Considerando a presença de figuras de linguagem nas frases, assinale a alternativa INCORRETA.