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Matéria: Português x
#37488
Concurso
CRN 1ª Região (GO)
Cargo
Auxiliar Administrativo
Banca
QUADRIX
Matéria
Português
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difícil

(1,0)

Leia o trecho:

No Japão e na União Européia, o uso do agente como aditivo alimentar não é permitido.

As alternativas que seguem apresentam análises sintáticas de termos do trecho citado acima. Assinale a análise correta.

#37344
Concurso
Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
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Português
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(1,0)

Assinale a opção que corresponde a erro gramatical ou de grafa de palavra na transcrição do texto.

 

A eficiência no uso dos recursos públicos é, cada vez mais, uma exigência da sociedade. Esta espera que a prestação de serviços governamentais ocorra (1) com qualidade, utilizando racionalmente os recursos dos contribuintes. Nesse sentido, diversos estudos têm (2) surgido afim de (3) discutir a qualidade das administrações públicas. O que se nota é que o maior controle está associado à (4) maior rigidez institucional, o que, se por um lado, pode coibir o comportamento corrupto do gestor público, por outro lado pode também reduzir seu incentivo em adotar comportamento inovador por temer que a inovação seja (5) considerada ilegal, comprometendo sua carreira.

(Adaptado de http://www.brasil-economia-governo.org.br/2012/11/21/gestao-publica-mais-eficiente/)

#37343
Concurso
Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
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(1,0)

Concha Acústica

1 Localizada às margens do Lago Paranoá, no Setor de Clubes Esportivos Norte (ao lado do Museu de Arte de Brasília - MAB), está a Concha Acústica do DF. Projetada 

4 por Oscar Niemeyer, foi inaugurada oficialmente em 1969 e doada pela Terracap à Fundação Cultural de Brasília (hoje Secretaria de Cultura), destinada a espetáculos ao ar livre. 

7 Foi o primeiro grande palco da cidade. 

 

Disponível em: <http://www.cultura.df.gov.br/nossa-cultura/conchaacustica.html>. 

Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.  

 

 

No período “Foi o primeiro grande palco da cidade.” (linha 7), para retomar o termo “Concha Acústica do DF” (linha 3), sem repeti-lo, é correto afirmar que o autor fez uso do(a)

#37342
Concurso
Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
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(1,0)

“Aproxime-se a fim de que possamos vê-lo melhor.” O termo destacado é uma conjunção subordinativa adverbial

#37341
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(1,0)

As impressões digitais são realmente únicas? (...) “não há, no mundo, duas pessoas com relevos idênticos, nem mesmo gêmeos. Por isso as impressões digitais são um sinal infalível de identidade.”

(...) como se pode afirmar isso se não há um banco de dados com digitais de todas as pessoas do mundo?

 

Não há duas impressões digitais iguais porque a estatística e a biologia nos garantem isso. Como não há duas pessoas absolutamente iguais, não há como ter uma com a mesma impressão digital da outra. Quando há casos de digitais muito parecidas, os papilocopistas - possivelmente o nome de profissão mais legal que existe - analisam mais linhas das mãos até encontrar as diferenças, por menores que elas sejam.

A impressão digital é composta de inúmeras particularidades. Cada pessoa possui um desenho específico, composto pelas elevações da pele. A formação da digital é resultado da influência genética e também dos movimentos do feto na barriga da mãe. Isso aí, os primeiros rolezinhos do bebê produzem marcas características nos dedos.

Além dos movimentos na barriga, os sentimentos da mãe e o que ela come interferem na formação das impressões digitais. Nem as digitais de gêmeos univitelinos, que têm o DNA idêntico, são iguais. Elas são muito parecidas, mas os efeitos externos fazem com que apresentem diferenças.

A papiloscopia, ciência que estuda as linhas das mãos e dos pés, separa pontos de referência em cada impressão digital que vão ser usados para a comparação computadorizada entre duas pessoas. Antônio Maciel Aguiar Filho, presidente da Federação Nacional de Papiloscopia, afirma que atualmente as análises são muito precisas. 

“Mesmo que a impressão fosse extremamente parecida, eu ainda poderia verificar a posição dos poros, orifícios por onde saem o suor”, explica.

Em todo caso, sinta-se livre para fazer esse banco de dados com as impressões digitais de 7 bilhões de pessoas.

 

Superinteressante, 08/05/2014

 

“Elas são muito parecidas” O pronome destacado na frase retoma qual termo citado anteriormente no texto?

#37340
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Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
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(1,0)

Futebol

 

        Futebol se joga no estádio? 

        Futebol se joga na praia, 

        futebol se joga na rua, 

        futebol se joga na alma. 

        A bola é a mesma:forma sacra 

        para craques e pernas-de-pau. 

        Mesma a volúpia de chutar 

        na delirante copa-mundo 

        ou no árido espaço do morro. 

        São vôos de estátuas súbitas, 

        desenhos feéricos, bailados 

        de pés e troncos entrançados. 

        Instantes lúdicos: flutua 

        o jogador, gravado no ar 

        — afinal, o corpo triunfante 

        da triste lei da gravidade. 

 

         *volúpia: prazer * feéricos: mágicos 

 

                         (Carlos Drummond de Andrade. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/ 2010/06/25/interna_diversao_arte,199369/index.s)

 

 

De acordo com o poema, o futebol é um esporte

#37339
Concurso
Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
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Reúso de água

 

        A água, um dia, pode acabar. A frase soa alarmista demais, mas basta uma conversa com um especialista na área de recursos hídricos para perceber que o que parecia impossível - não haver água limpa para todos - é cada vez uma realidade mais próxima. Entre as soluções está o seu reaproveitamento. E é isso o que engenheiros, sanitaristas, biólogos, empresários e o poder público têm debatido nos últimos anos: formas de desenvolver processos produtivos mais limpos, com menor utilização de água e produção de esgoto também. A palavra da vez nesta área é reúso, que, simplificando, é o aproveitamento de uma água que já foi utilizada. Por exemplo: usar a água do banho para a rega de jardim ou aquela que foi utilizada em um processo de resfriamento industrial para lavagem de equipamentos. A vantagem disso? Redução nos gastos, na geração de esgotos e uma mudança cultural, que considera necessário usar água com responsabilidade.

        Existem no Brasil muitas pesquisas sobre formas de reúso e bons especialistas. Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam os sistemas de reúso, suas regras e padrões de qualidade definidos. Essa água pode conter uma quantidade elevada de micro- -organismos que trazem danos à saúde, como bactérias, vírus e afins. Os padrões usados, até o momento, são os internacionais. Há diretrizes sobre o tema, mas nenhuma regra estabelecida ou políticas de incentivo ao sistema - o que vale, ainda, é a consciência de cada um em optar por formas que poluam menos e deem uma força para o meio-ambiente.

        As iniciativas de reúso ainda estão quase que limitadas à indústria, mas alguns novos condomínios residenciais já mostram essa preocupação.

        O reúso em conjuntos residenciais funciona da seguinte forma: a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. Comprovou-se que a economia acontece, tanto em pagamento de água como em lançamento de esgoto.

 

                          (Ana Holanda. Reúso de água. Saneas- Associação dos Engenheiros da Sabesp-Edição Especial/vol. 02/n.°23/agosto 2006. Adaptado)

 

Considere os períodos do texto:

 

Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam [...] (2.º parágrafo)

[...] a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. (4.º parágrafo) 

 

As palavras destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, sem prejuízo do sentido do texto, por

#37338
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Reúso de água

 

        A água, um dia, pode acabar. A frase soa alarmista demais, mas basta uma conversa com um especialista na área de recursos hídricos para perceber que o que parecia impossível - não haver água limpa para todos - é cada vez uma realidade mais próxima. Entre as soluções está o seu reaproveitamento. E é isso o que engenheiros, sanitaristas, biólogos, empresários e o poder público têm debatido nos últimos anos: formas de desenvolver processos produtivos mais limpos, com menor utilização de água e produção de esgoto também. A palavra da vez nesta área é reúso, que, simplificando, é o aproveitamento de uma água que já foi utilizada. Por exemplo: usar a água do banho para a rega de jardim ou aquela que foi utilizada em um processo de resfriamento industrial para lavagem de equipamentos. A vantagem disso? Redução nos gastos, na geração de esgotos e uma mudança cultural, que considera necessário usar água com responsabilidade.

        Existem no Brasil muitas pesquisas sobre formas de reúso e bons especialistas. Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam os sistemas de reúso, suas regras e padrões de qualidade definidos. Essa água pode conter uma quantidade elevada de micro- -organismos que trazem danos à saúde, como bactérias, vírus e afins. Os padrões usados, até o momento, são os internacionais. Há diretrizes sobre o tema, mas nenhuma regra estabelecida ou políticas de incentivo ao sistema - o que vale, ainda, é a consciência de cada um em optar por formas que poluam menos e deem uma força para o meio-ambiente.

        As iniciativas de reúso ainda estão quase que limitadas à indústria, mas alguns novos condomínios residenciais já mostram essa preocupação.

        O reúso em conjuntos residenciais funciona da seguinte forma: a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. Comprovou-se que a economia acontece, tanto em pagamento de água como em lançamento de esgoto.

 

                          (Ana Holanda. Reúso de água. Saneas- Associação dos Engenheiros da Sabesp-Edição Especial/vol. 02/n.°23/agosto 2006. Adaptado)

 

Pela leitura do texto, pode-se concluir que o reaproveitamento da água

#37337
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Reúso de água

 

   A água, um dia, pode acabar. A frase soa alarmista demais, mas basta uma conversa com um especialista na área de recursos hídricos para perceber que o que parecia impossível - não haver água limpa para todos - é cada vez uma realidade mais próxima. Entre as soluções está o seu reaproveitamento. E é isso o que engenheiros, sanitaristas, biólogos, empresários e o poder público têm debatido nos últimos anos: formas de desenvolver processos produtivos mais limpos, com menor utilização de água e produção de esgoto também. A palavra da vez nesta área é reúso, que, simplificando, é o aproveitamento de uma água que já foi utilizada. Por exemplo: usar a água do banho para a rega de jardim ou aquela que foi utilizada em um processo de resfriamento industrial para lavagem de equipamentos. A vantagem disso? Redução nos gastos, na geração de esgotos e uma mudança cultural, que considera necessário usar água com responsabilidade.

   Existem no Brasil muitas pesquisas sobre formas de reúso e bons especialistas. Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam os sistemas de reúso, suas regras e padrões de qualidade definidos. Essa água pode conter uma quantidade elevada de micro-organismos que trazem danos à saúde, como bactérias, vírus e afins. Os padrões usados, até o momento, são os internacionais. Há diretrizes sobre o tema, mas nenhuma regra estabelecida ou políticas de incentivo ao sistema - o que vale, ainda, é a consciência de cada um em optar por formas que poluam menos e deem uma força para o meio-ambiente. 

   As iniciativas de reúso ainda estão quase que limitadas à indústria, mas alguns novos condomínios residenciais já mostram essa preocupação.

   O reúso em conjuntos residenciais funciona da seguinte forma: a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. Comprovou-se que a economia acontece, tanto em pagamento de água como em lançamento de esgoto.

(Ana Holanda. Reúso de água. Saneas- Associação dos Engenheiros da Sabesp-Edição Especial/vol. 02/n.°23/agosto 2006. Adaptado)

 

A frase em que a preposição destacada estabelece uma relação de finalidade é

#37336
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Reúso de água

 

   A água, um dia, pode acabar. A frase soa alarmista demais, mas basta uma conversa com um especialista na área de recursos hídricos para perceber que o que parecia impossível - não haver água limpa para todos - é cada vez uma realidade mais próxima. Entre as soluções está o seu reaproveitamento. E é isso o que engenheiros, sanitaristas, biólogos, empresários e o poder público têm debatido nos últimos anos: formas de desenvolver processos produtivos mais limpos, com menor utilização de água e produção de esgoto também. A palavra da vez nesta área é reúso, que, simplificando, é o aproveitamento de uma água que já foi utilizada. Por exemplo: usar a água do banho para a rega de jardim ou aquela que foi utilizada em um processo de resfriamento industrial para lavagem de equipamentos. A vantagem disso? Redução nos gastos, na geração de esgotos e uma mudança cultural, que considera necessário usar água com responsabilidade.

   Existem no Brasil muitas pesquisas sobre formas de reúso e bons especialistas. Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam os sistemas de reúso, suas regras e padrões de qualidade definidos. Essa água pode conter uma quantidade elevada de micro-organismos que trazem danos à saúde, como bactérias, vírus e afins. Os padrões usados, até o momento, são os internacionais. Há diretrizes sobre o tema, mas nenhuma regra estabelecida ou políticas de incentivo ao sistema - o que vale, ainda, é a consciência de cada um em optar por formas que poluam menos e deem uma força para o meio-ambiente. 

   As iniciativas de reúso ainda estão quase que limitadas à indústria, mas alguns novos condomínios residenciais já mostram essa preocupação.

   O reúso em conjuntos residenciais funciona da seguinte forma: a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. Comprovou-se que a economia acontece, tanto em pagamento de água como em lançamento de esgoto.

(Ana Holanda. Reúso de água. Saneas- Associação dos Engenheiros da Sabesp-Edição Especial/vol. 02/n.°23/agosto 2006. Adaptado)

 

Em - Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. (2.º parágrafo) - é correto afirmar que a expressão destacada estabelece, com a oração anterior, relação de sentido de_________e pode ser substituída por ______, sem prejuízo do sentido do texto.

 

Completam as lacunas, correta e respectivamente, as palavras:

#37335
Concurso
Corpo de Bombeiros-RJ (CBMERJ)
Banca
Acesso Público
Matéria
Português
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(1,0)

Reúso de água

 

   A água, um dia, pode acabar. A frase soa alarmista demais, mas basta uma conversa com um especialista na área de recursos hídricos para perceber que o que parecia impossível - não haver água limpa para todos - é cada vez uma realidade mais próxima. Entre as soluções está o seu reaproveitamento. E é isso o que engenheiros, sanitaristas, biólogos, empresários e o poder público têm debatido nos últimos anos: formas de desenvolver processos produtivos mais limpos, com menor utilização de água e produção de esgoto também. A palavra da vez nesta área é reúso, que, simplificando, é o aproveitamento de uma água que já foi utilizada. Por exemplo: usar a água do banho para a rega de jardim ou aquela que foi utilizada em um processo de resfriamento industrial para lavagem de equipamentos. A vantagem disso? Redução nos gastos, na geração de esgotos e uma mudança cultural, que considera necessário usar água com responsabilidade.

   Existem no Brasil muitas pesquisas sobre formas de reúso e bons especialistas. Só que muitos desses estudos ainda não saíram do papel e o país ainda engatinha nisso. Um dos entraves para tanto é que não existem, por enquanto, leis que estabeleçam os sistemas de reúso, suas regras e padrões de qualidade definidos. Essa água pode conter uma quantidade elevada de micro-organismos que trazem danos à saúde, como bactérias, vírus e afins. Os padrões usados, até o momento, são os internacionais. Há diretrizes sobre o tema, mas nenhuma regra estabelecida ou políticas de incentivo ao sistema - o que vale, ainda, é a consciência de cada um em optar por formas que poluam menos e deem uma força para o meio-ambiente. 

   As iniciativas de reúso ainda estão quase que limitadas à indústria, mas alguns novos condomínios residenciais já mostram essa preocupação.

   O reúso em conjuntos residenciais funciona da seguinte forma: a água usada no banho e na máquina de lavar roupa, por exemplo, é segregada; passa, então, para um sistema de tratamento e depois é direcionada para utilização na descarga sanitária e limpeza das áreas comuns. Comprovou-se que a economia acontece, tanto em pagamento de água como em lançamento de esgoto.

(Ana Holanda. Reúso de água. Saneas- Associação dos Engenheiros da Sabesp-Edição Especial/vol. 02/n.°23/agosto 2006. Adaptado)

 

Pela leitura do texto, pode-se concluir que o reaproveitamento da água.

#37324
Concurso
Secretaria Municipal de Planejamento de Canoas
Banca
LA SALLE
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Português
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médio

(1,0)

O sinal indicativo de crase está adequadamente usado em:

#37323
Concurso
Secretaria Municipal de Planejamento de Canoas
Banca
LA SALLE
Matéria
Português
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(1,0)

Vacina antidengue

 

Um imunizante capaz de proteger contra todos os tipos do vírus está a um passo de virar realidade. Entenda como ele ajudará a apagar a doença que ameaça todo verão brasileiro.

 

A temperatura sobe, as chuvas começam ______ cair no final das tardes e, aí, soa o alarme: cuidado, lá vem a dengue. A história se repete a cada fim e início de ano e, ______ despeito das medidas sanitárias tomadas pelos governos e pela população, o mosquito “Aedis aegypti” consegue se reproduzir e ganhar os ares propagando o vírus entre milhares de brasileiros por meio de suas picadas.

 

“Hoje há um consenso entre as autoridades de saúde de que é impossível eliminar de uma vez por todas o inseto que transmite a doença”, afirma o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, um estudioso da evolução das epidemias. Ninguém nega que as campanhas de conscientização e combate ao vetor do bicho se refletem em uma queda no número de vítimas, mas também é fato que, sozinhas, elas não têm capacidade de purgar a doença – e essa invencibilidade, aliás, nos remete ao crescimento desordenado de algumas cidades, que continua fomentando a aparição e a permanência dos criadouros do mosquito.

 

Daqui a poucos anos, porém, esse panorama negro tem tudo para mudar. Se não dá para exterminar o inseto, ______ não ensinar o sistema imune humano ______ se defender do vírus? Esse é o objeto de uma vacina contra os quatro tipos do micro-organismo, que já está na etapa final de testes. O produto, do laboratório francês Sanofi-Pasteur, é o candidato mais avançado entre os imunizantes do gênero e passa por estudos de eficácia, cujos primeiros resultados sairão no próximo ano. “A vacina foi aplicada em mais de 15 mil pessoas ao redor do mundo e, ao final do programa, teremos 45 mil”, informa Pedro Garbes, diretor regional da pesquisa e desenvolvimento para a América Latina da farmacêutica.

 

Os testes também já começaram no Brasil e abrangem 4 mil voluntários. Dois trabalhos seguem em curso para analisar a segurança e a eficiência da fórmula francesa. “Imunizamos jovens de 9 a 16 anos, justamente a faixa etária com perfil de maior gravidade para a dengue”, conta o infectologista Reynaldo Dietze, que comanda os estudos na Universidade Federal do Espírito Santo, uma das participantes. “A vacina tem mostrado que é bastante segura e tem poucos efeitos colaterais”, adianta.

 

A nova leva de investigações, conduzidas em 15 países, incluindo o nosso – também estão presentes Austrália, Estados Unidos e nações do sudeste asiático e da América Latina –, quer saber agora até que ponto o imunizante protege. “Por ora, os dados sugerem que ele funciona, mas só estudo desenhados especialmente para isso irão determinar e mensurar sua eficácia”, pondera Garbes.

 

Obter uma vacina antidengue é uma tarefa tão hercúlea por causa de alguns obstáculos impostos pela natureza. Para começo de conversa, não há modelos animais 100% convincentes para avaliar a fórmula. “Isso ______ mesmo macacos não desenvolvem o quadro mais grave da infecção”, diz Pedro Garbes. Além disso, de nada adianta aprontar um imunizante que bloqueie apenas uma das espécies, por assim dizer, do vírus. Por exemplo, se a gente pega dengue 1, só cria anticorpos contra esse vírus e eles não funcionam para barrar os outros tipos.

(Disponível em HTTP://saude.abril.com.br/edicoes/0345/medicina/vacina-antidengue655389.shtml>.Texto adaptado)

A primeira lacuna do 3º parágrafo e a lacuna do 6º parágrafo devem ser preenchidas correta e respectivamente por:

#37322
Concurso
Secretaria Municipal de Planejamento de Canoas
Banca
LA SALLE
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Português
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(1,0)

Todas as palavras a seguir são acentuadas de acordo com a mesma regra que “sanitárias”, EXCETO:

#37321
Concurso
Secretaria Municipal de Planejamento de Canoas
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LA SALLE
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Português
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(1,0)

Vacina antidengue

 

Um imunizante capaz de proteger contra todos os tipos do vírus está a um passo de virar realidade. Entenda como ele ajudará a apagar a doença que ameaça todo verão brasileiro.

 

A temperatura sobe, as chuvas começam ______ cair no final das tardes e, aí, soa o alarme: cuidado, lá vem a dengue. A história se repete a cada fim e início de ano e, ______ despeito das medidas sanitárias tomadas pelos governos e pela população, o mosquito “Aedis aegypti” consegue se reproduzir e ganhar os ares propagando o vírus entre milhares de brasileiros por meio de suas picadas.

 

“Hoje há um consenso entre as autoridades de saúde de que é impossível eliminar de uma vez por todas o inseto que transmite a doença”, afirma o infectologista Stefan Cunha Ujvari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, um estudioso da evolução das epidemias. Ninguém nega que as campanhas de conscientização e combate ao vetor do bicho se refletem em uma queda no número de vítimas, mas também é fato que, sozinhas, elas não têm capacidade de purgar a doença – e essa invencibilidade, aliás, nos remete ao crescimento desordenado de algumas cidades, que continua fomentando a aparição e a permanência dos criadouros do mosquito.

 

Daqui a poucos anos, porém, esse panorama negro tem tudo para mudar. Se não dá para exterminar o inseto, ______ não ensinar o sistema imune humano ______ se defender do vírus? Esse é o objeto de uma vacina contra os quatro tipos do micro-organismo, que já está na etapa final de testes. O produto, do laboratório francês Sanofi-Pasteur, é o candidato mais avançado entre os imunizantes do gênero e passa por estudos de eficácia, cujos primeiros resultados sairão no próximo ano. “A vacina foi aplicada em mais de 15 mil pessoas ao redor do mundo e, ao final do programa, teremos 45 mil”, informa Pedro Garbes, diretor regional da pesquisa e desenvolvimento para a América Latina da farmacêutica.

 

Os testes também já começaram no Brasil e abrangem 4 mil voluntários. Dois trabalhos seguem em curso para analisar a segurança e a eficiência da fórmula francesa. “Imunizamos jovens de 9 a 16 anos, justamente a faixa etária com perfil de maior gravidade para a dengue”, conta o infectologista Reynaldo Dietze, que comanda os estudos na Universidade Federal do Espírito Santo, uma das participantes. “A vacina tem mostrado que é bastante segura e tem poucos efeitos colaterais”, adianta.

 

A nova leva de investigações, conduzidas em 15 países, incluindo o nosso – também estão presentes Austrália, Estados Unidos e nações do sudeste asiático e da América Latina –, quer saber agora até que ponto o imunizante protege. “Por ora, os dados sugerem que ele funciona, mas só estudo desenhados especialmente para isso irão determinar e mensurar sua eficácia”, pondera Garbes.

 

Obter uma vacina antidengue é uma tarefa tão hercúlea por causa de alguns obstáculos impostos pela natureza. Para começo de conversa, não há modelos animais 100% convincentes para avaliar a fórmula. “Isso ______ mesmo macacos não desenvolvem o quadro mais grave da infecção”, diz Pedro Garbes. Além disso, de nada adianta aprontar um imunizante que bloqueie apenas uma das espécies, por assim dizer, do vírus. Por exemplo, se a gente pega dengue 1, só cria anticorpos contra esse vírus e eles não funcionam para barrar os outros tipos.

(Disponível em HTTP://saude.abril.com.br/edicoes/0345/medicina/vacina-antidengue655389.shtml>.Texto adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que: