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Cargo: Auxiliar de Enfermagem (Fundamental) x
#134234
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De acordo com o artigo 9o do Decreto no 94.406 de 8/6/1987, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, uma das atividades da enfermagem obstétrica é

    #134232
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    A correlação correta entre o referencial teórico para a prática de enfermagem e respectivo autor está indicado em:

    #134231
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    (1,0)

    Determinado serviço de enfermagem mantém uma estrutura administrativa de valorização de regras e normas, e a área de enfermagem caracteriza-se por ter técnicos especializados, com comportamentos e posições estrategicamente definidos pelos gestores. Este contexto administrativo é característico da teoria

    #134230
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    No planejamento do ensino ao cliente com hanseníase, com vistas ao auto-cuidado, deve-se prever orientações específicas para cada sinal e sintoma de comprometimento neural. Uma dessas orientações consiste em:

    #134229
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    Uma instituição tem como característica a dupla ou múltipla subordinação, baixo nível de formalização, diversificação elevada e comunicação horizontal e vertical. Esta é a base da estrutura organizacional do tipo

    #134228
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    O enfermeiro avaliou a assistência prestada, medindo os resultados em relação ao cumprimento dos objetivos anteriormente estabelecidos. Os critérios utilizados para aferir a adequação do plano à prática foram os abaixo discriminados:

    I. o plano foi suficientemente importante, racional e justificável em termos de objetivos organizacionais e individuais?

    II. o plano foi complexo, globalizado e com ambigüidade de interpretações, estimulando os funcionários a discuti-lo para poder entendê-lo?

    III. o plano teve estabilidade, porém foi capaz de adaptar-se às situações prioritárias, de emergência ou de mudanças?

    IV. o plano foi econômico e realista em termos de recursos necessários para implementá-lo?

    Com base nos preceitos de Arndt sobre avaliação do planejamento, estão corretos os critérios/questionamentos indicados em

      #134227
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      No quadro de avisos do ambulatório de pediatria há um impresso com as seguintes informações: I. A unidade de pediatria admite crianças de zero a 12 (doze) anos. II. Durante o período de internação, as crianças poderão estar acompanhadas por um dos pais ou responsáveis. III. As admissões programadas deverão ser feitas no dia anterior às cirurgias eletivas, até as 16 (dezesseis) horas. Com base nessa descrição e nos conceitos de FELI DA SILVA, o instrumento em questão é denominado

        #134226
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        (1,0)

        ROSA recomenda que o período mínimo a ser utilizado na fórmula que calcula o consumo médio mensal de materiais é de

        #134225
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        (1,0)

        Vilões da terra
        Uma pesquisa da BBC de Londres concluindo que o brasileiro é o povo mais preocupado com as mudanças climáticas no mundo é uma inesperada notícia para um país que está acostumado a ser acusado de devastar a natureza como se fosse o único. Já os americanos, principais responsáveis pelo aquecimento do planeta, foram considerados pela mesma consulta a 14 mil pessoas em 21 países como os que menos se preocupam com o problema, a começar pelo presidente, que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.
        Há duas leituras para essa pesquisa. Uma é pessimista: se nós somos os mais conscientes, imaginem os outros. A segunda, otimista, é que bem ou mal estamos atentos à questão. Esta hipótese é alimentada por um recente estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais, desmentindo a imagem do Brasil como o grande vilão da história do desmatamento.
        O resultado, apresentado na última edição da “Folha do Meio Ambiente” pelo doutor em ecologia Evaristo Eduardo de Miranda, mostra que há 8 mil anos o que viria a ser o Brasil possuía 9,8% da cobertura florestal do planeta. Hoje, o país detém 28,3%. As comparações não deixam dúvidas. Mais de 75% das florestas do mundo desapareceram. A Europa, que sem a Rússia detinha mais de 7% do planeta, hoje tem 0,1%. A África, que possuía 11%, dispõe agora de 3,4%. A cobertura de verde da Ásia caiu de 23,6% para 5,5%. A América Latina, no entanto, saltou de 18,2% para 41,4%.
        O paradoxo, ressalta o professor da Embrapa, é que em vez de ser reconhecido por esse histórico “o Brasil vem sendo severamente criticado pelos campeões do desmatamento”. Segundo ele, ao contrário daqueles países, onde a defesa da natureza é um fenômeno recente, a nossa preocupação é antiga, desde o século XVI. Uma legislação protecionista teria garantido a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875. “Em 1550 já havia uma lista de árvores reais protegidas por lei, o que deu origem à expressão madeira-de-lei”, informa ele.
        Se nosso “histórico” não pode servir de álibi para o processo de devastação que promovemos a partir da segunda metade do século XX, deve servir pelo menos para afastar a fantasia de que a defesa da Amazônia tem que vir de fora. Como afirma o professor Miranda, “com invejáveis 69,4 de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões de desmatamento mundial”. Se não somos um modelo de preservação, não são também os EUA, onde o Bush afirma cinicamente “levar muito a sério” a questão, mas não vai adotar qualquer medida que prejudique a economia americana. Ou seja, continuará envenenando a natureza com o gás que sai de suas fábricas.
        VENTURA, Zuenir. In O GLOBO, pág.7, 07/04/2007
        “O Brasil tinha, já no século XVI, uma lista de árvores reais protegidas por lei, portanto se pode entender que a defesa da natureza, aqui, é uma preocupação antiga” Na sentença acima as orações relacionam-se por intermédio de coordenação. Transforme-a em um período composto por subordinação, de modo que o mesmo valor semântico seja mantido:

        #134222
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        (1,0)

        Vilões da terra
        Uma pesquisa da BBC de Londres concluindo que o brasileiro é o povo mais preocupado com as mudanças climáticas no mundo é uma inesperada notícia para um país que está acostumado a ser acusado de devastar a natureza como se fosse o único. Já os americanos, principais responsáveis pelo aquecimento do planeta, foram considerados pela mesma consulta a 14 mil pessoas em 21 países como os que menos se preocupam com o problema, a começar pelo presidente, que não assinou o Protocolo de Kyoto reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.
        Há duas leituras para essa pesquisa. Uma é pessimista: se nós somos os mais conscientes, imaginem os outros. A segunda, otimista, é que bem ou mal estamos atentos à questão. Esta hipótese é alimentada por um recente estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais, desmentindo a imagem do Brasil como o grande vilão da história do desmatamento.
        O resultado, apresentado na última edição da “Folha do Meio Ambiente” pelo doutor em ecologia Evaristo Eduardo de Miranda, mostra que há 8 mil anos o que viria a ser o Brasil possuía 9,8% da cobertura florestal do planeta. Hoje, o país detém 28,3%. As comparações não deixam dúvidas. Mais de 75% das florestas do mundo desapareceram. A Europa, que sem a Rússia detinha mais de 7% do planeta, hoje tem 0,1%. A África, que possuía 11%, dispõe agora de 3,4%. A cobertura de verde da Ásia caiu de 23,6% para 5,5%. A América Latina, no entanto, saltou de 18,2% para 41,4%.
        O paradoxo, ressalta o professor da Embrapa, é que em vez de ser reconhecido por esse histórico “o Brasil vem sendo severamente criticado pelos campeões do desmatamento”. Segundo ele, ao contrário daqueles países, onde a defesa da natureza é um fenômeno recente, a nossa preocupação é antiga, desde o século XVI. Uma legislação protecionista teria garantido a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875. “Em 1550 já havia uma lista de árvores reais protegidas por lei, o que deu origem à expressão madeira-de-lei”, informa ele.
        Se nosso “histórico” não pode servir de álibi para o processo de devastação que promovemos a partir da segunda metade do século XX, deve servir pelo menos para afastar a fantasia de que a defesa da Amazônia tem que vir de fora. Como afirma o professor Miranda, “com invejáveis 69,4 de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões de desmatamento mundial”. Se não somos um modelo de preservação, não são também os EUA, onde o Bush afirma cinicamente “levar muito a sério” a questão, mas não vai adotar qualquer medida que prejudique a economia americana. Ou seja, continuará envenenando a natureza com o gás que sai de suas fábricas.
        VENTURA, Zuenir. In O GLOBO, pág.7, 07/04/2007
        Em “SE não somos um modelo de preservação, não são também os EUA...” o termo destacado deve ser classificado como: